PSB da Paraíba confirma convenção estadual no dia 5 de agosto para referendar candidatura de João Azevêdo

O Partido Socialista Brasileiro (PSB) confirmou na manhã desta quinta-feira (21) que realizará a convenção estadual para homologar o nome de João Azevêdo como candidato a reeleição ao Governo do Estado nestas eleições no dia 5 de agosto. O evento será na casa de eventos Forrock, em João Pessoa. A convenção estadual está prevista para acontecer a partir das 16h. Além de João Azevêdo, o PSB apresentará a chapa majoritária à militância e todos os partidos aliados. 

O presidente estadual do PSB, deputado federal Gervásio Maia Filho, disse que a sigla e os partidos aliados estão envolvidos para realizar um grande ato político para continuar promovendo um projeto que está mudando para melhor a vida dos paraibanos.
 
“Mais do que apresentar aos paraibanos e paraibanas todos os nossos candidatos e candidatas a Assembleia Legislativa, Câmara Federal, Senado e referendar o nome de João Azevêdo para a reeleição, nós queremos mostrar à Paraíba que é possível fazer a boa política, a que faz políticas públicas efetivas para o povo, como estamos promovendo nesses últimos três anos e meio, levando comida para aqueles que mais precisa, promovendo saúde, educação e desenvolvimento de nosso estado”, afirmou.

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A partir deste sábado (19) os candidatos das eleições gerais não podem ser presos até o fim do período eleitoral. No entanto, a coordenadora da Corregedoria do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB), Vanessa do Egito, esclareceu, nesta sexta-feira (18), que os políticos podem ser detidos em flagrante.

“A verdade é que, 15 dias antes das eleições e até 48 horas após, nenhum candidato ou candidata poderá ser preso. Mas, se ele for flagrado no cometimento de crime, ele vai ser preso sim. Essa aí são aqueles mandados de prisão que tem contra as pessoas. Se for contra um candidato, não poderá ser cumprido dentre esses 15 dias”, destacou a coordenadora.

A regra responsável por vedar mandados de prisão, conforme explicou Vanessa do Egito, visa evitar a cassação dos direitos dos candidatos, a exemplo da participação na propaganda eleitoral.

“É para que isso não seja usado de forma eleitoreira. Para que esses mandados [de prisão] não sejam cumpridos exatamente nesses 15 dias para tirar o candidato de sua campanha. Então, para permitir que o candidato possa fazer a sua propaganda eleitoral até os últimos dias de propaganda, a sua campanha, de forma plena”, complementou.

Com MaisPB