Prefeitura de Ouro Velho cancela inauguração do Mirante Nossa Senhora das Graças após falecimento na cidade

A Prefeitura de Ouro Velho informou o cancelamento da inauguração do Mirante Nossa Senhora das Graças, que estava programada para acontecer nesta quarta-feira (23). A decisão foi tomada em decorrência do falecimento de Juliana Nunes, irmã da vice-prefeita Natália.

A programação previa a realização de Santa Missa, bênção do monumento e uma noite de louvor e oração com Padre Fabrício, marcando oficialmente a entrega do novo espaço religioso e turístico do município.

Diante do falecimento, a gestão municipal decidiu suspender o evento e manifestou solidariedade à vice-prefeita e aos seus familiares neste momento de luto.

“Neste momento de dor, nos solidarizamos com Natália e toda a sua família, desejando força e conforto a todos”, destacou a Prefeitura em comunicado.

Uma nova data para a inauguração do Mirante Nossa Senhora das Graças deve ser divulgada em breve pela gestão municipal de Ouro Velho.

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Jornalista Jacqueline Oliveira revisitou o túmulo do pequeno Éverton, assassinado em 2015 em um caso que provocou revolta e comoção em toda a região.

Uma história marcada pela crueldade, pela dor e pela indignação voltou a despertar emoção no Cariri paraibano. Onze anos após o assassinato do pequeno Éverton, de apenas 5 anos, no município de Sumé, a jornalista Jacqueline Oliveira produziu um vídeo emocionante ao visitar o local onde a criança foi sepultada.

O crime, ocorrido em outubro de 2015, chocou toda a Paraíba pela brutalidade. Na época, investigações da Polícia Civil apontaram o envolvimento de pessoas próximas à vítima, incluindo a própria mãe, o padrasto e outros suspeitos. Um homem conhecido como Pai Etin chegou a ser preso e, segundo a polícia, apresentou um relato sobre as circunstâncias do assassinato, que teria ocorrido durante um suposto ritual.

A repercussão do caso provocou forte comoção popular e deixou marcas profundas na memória dos moradores de Sumé e de toda a região.

Agora, mais de uma década depois, Jacqueline Oliveira resgata essa história ao mostrar a sepultura do menino, em uma narrativa que mistura saudade, indignação e reflexão sobre a violência contra crianças.

O vídeo também reforça a necessidade de proteger a infância e de manter viva a responsabilidade coletiva de combater qualquer forma de violência.

Onze anos se passaram, mas a história de Éverton continua sendo uma ferida na memória do Cariri. Uma criança que teve a vida interrompida de maneira cruel e cuja lembrança jamais deve ser esquecida.

De Olho no Cariri