Nabor pede primeiro voto em João Azevêdo e oficializa Daniella Ribeiro como 1ª suplente ao Senado

O candidato ao Senado Federal, Nabor Wanderley (Republicanos), pediu, durante a convenção do PP, PSB e Republicanos, o primeiro voto em João Azevêdo (PSB) e segundo para ele. “Se tiverem só um voto para senador, eu peço para João Azevêdo, porque tudo que a Paraíba avançou”, apelou. Ele também anunciou, durante discurso na convenção da base governista, a senadora Daniella Ribeiro (PSD) como primeira suplente de sua chapa na disputa eleitoral deste ano.

O anúncio foi feito por Nabor no palco do Centro de Convenções Poeta Ronaldo Cunha Lima, em João Pessoa, durante o evento que oficializou as candidaturas do governador Lucas Ribeiro (PP) à reeleição e de João Azevêdo (PSB) e Nabor Wanderley ao Senado Federal.

Ao se dirigir à senadora, Nabor destacou a atuação de Daniella Ribeiro e afirmou que ela irá representar as mulheres da Paraíba na composição da chapa.

“Do lado, você vai representar as mulheres da Paraíba, as mulheres que lutam no combate à violência, as mulheres que lutam por dias melhores. É uma honra ter você ao nosso lado”, declarou.

O candidato também ressaltou a trajetória política da senadora e afirmou que pretende dar continuidade ao trabalho desenvolvido por ela no Congresso Nacional.

“Sei do seu compromisso, do quanto você é abnegada nessa defesa, e nós vamos fazer com que esse seu trabalho, essa sua história e essa sua luta tenham continuidade”, afirmou.

Daniella Ribeiro é senadora pela Paraíba desde 2019 e preside o PSD no Estado. A presença dela como primeira suplente reforça a participação do partido na chapa majoritária da aliança governista.

A convenção “Pra Cima Paraíba” reuniu Progressistas, PSB, Republicanos, PSD e partidos aliados e marcou a oficialização da chapa que disputará as eleições deste ano. Após o período de convenções, os partidos terão até o dia 15 de agosto para registrar oficialmente as candidaturas junto à Justiça Eleitoral.

PB Agora

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Presidente da Câmara dos Deputados e candidato à reeleição como deputado, Hugo Motta (Republicanos) declarou apoio à candidatura do presidente Luiz Inácio Lula da Silva nas eleições desse ano. Motta confirmou sua posição em entrevista na Paraíba nesta segunda-feira (10).

A fala de Hugo Motta aconteceu na posse da advogada Giovanna Mayer como desembargadora do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB).

“Iremos declarar esse apoio ao presidente, porque é o presidente que converge com aquilo que pensamos ser o melhor para o país, então eu estava aguardando a posição do partido para que pudesse trazer de público a nossa posição, e a nossa posição está sendo aqui revelada em primeira mão, de apoio ao presidente Lula em seu projeto de reeleição”, disse.

O presidente da Câmara Federal disse que como o partido dele, o Republicanos, declarou neutralidade à nível nacional na disputa eleitoral da Presidência da República, isso possibilitou o apoio a campanha de Lula.

“Eu estava aguardando o meu partido se posicionar. O Republicanos, em nível nacional, declarou a posição de neutralidade, ou seja, liberando os diretórios estaduais e os seus membros para apoiar ali a candidatura nacional, quem entender ser a candidatura melhor para o país”, disse.

Decisão do Republicanos

O Partido Republicanos anunciou no dia 4 de agosto que iria adotar uma posição de neutralidade na disputa pela Presidência da República nas eleições deste ano.

A decisão foi formalizada na convenção do partido em Brasília e, segundo o presidente da legenda, é um entendimento firmado após a diretoria nacional ouvir a posição de escritórios da legenda em todo o país.

A decisão do Republicanos segue o mesmo posicionamento da federação União Progressistas.

Em nota emitida à época, o partido afirmou que a deliberação foi construída de forma coletiva e levou em consideração o crescimento da legenda nos estados, além das diferentes realidades políticas e alianças regionais formadas ao longo dos últimos anos.

“A posição de independência na disputa presidencial não representa ausência de princípios nem de posicionamento político”, afirmou o Republicanos. Segundo a sigla, a decisão busca preservar a autonomia das lideranças estaduais e a unidade partidária.