Caso Honorina: filho confessa ter matado a mãe com sinais de crueldade por “ódio”

Reviravolta no caso do assassinato da professora Honorina Oliveira Costa, morta em Cuité em novembro do ano passado. O filho da vítima e a namorada dele confessaram o crime, segundo a Polícia Civil.

Os dois foram detidos no início do mês. O marido de Honorina, Antônio Abrantes, que é policial militar, tinha sido preso por suspeita de participar do crime, mas foi posto em liberdade após o filho confessar o assassinato.

A conclusão sobre a dinâmica do crime avançou após a apreensão do celular do jovem, de 17 anos. No dia do homicídio, ele fez o trajeto até o local onde foi encontrado o corpo no carro da mãe.

Quando foi apreendido, o jovem disse que o pai não sabia do ocorrido. Ele disse que chegou em casa com a mãe e foi de moto buscar a namorada, voltando para residência, ajudando a comparsa a entrar sem ser percebida.

Ao entrar na casa, a suspeita pegou uma corda e tentou matar a professora, que reagiu. O filho da vítima aplicou um mata leão, derrubando a mãe. Nesse momento, a namorada segurou Honorina e o adolescente estrangulou a vítima até a morte.

Depois do assassinato, os dois pegaram o corpo da mãe, pegaram pedras e foram até um açude, onde jogaram o corpo. No dia do seguinte do crime, o jovem foi estudar normalmente, como se nada tivesse acontecido, e a namorada para asa. Em depoimento, o adolescente disse que tinha “ódio da mãe” e pensava em matá-la há pelo menos cinco anos.

O jovem está detido e a namorada presa.

De Olho no Cariri

Com MaisPB

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O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1