Presidente nacional do PT pede mudança de ata para inserir exigência na vice de Lucas Ribeiro

O presidente nacional do Partido dos Trabalhadores, Edinho Silva, tentou nas últimas horas convencer a direção estadual do partido na Paraíba a modificar a ata que homologou apoio à chapa do governo na Paraíba.

A “determinação” de Edinho foi no sentido de inserir no conteúdo do documento a exigência da vaga de vice para o PT.

O comando do presidente encontrou resistência dos dirigentes da sigla na Paraíba, entre eles, a presidente estadual Cida Ramos.

A manobra só foi contida por interferência de integrantes da executiva nacional da sigla.

Apesar da pressão, o PT da Paraíba decidiu manter o que fora acordado em consonância com o próprio Edinho: a coligação com a chapa do governador Lucas Ribeiro (PP) e os candidatos ao Senado, João Azevêdo (PSB) e Nabor Wanderley (Republicanos).

Internamente, dirigentes petistas na Paraíba interpretaram o movimento como uma interferência que poderia gerar uma nulidade jurídica e reviravolta política.

E, também, como tentativa de manobra articulada por forças externas. As que, pelo visto, ainda não desistiram do apoio do partido na eleição de 2026.

De Olho no Cariri

Blog do Heron Cid

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O ministro André Mendonça, do STF (Supremo Tribunal Federal), aceitou a solicitação do presidente da Corte, ministro Edson Fachin, para retirar o sigilo do caso Master.

“Registro, ainda, que estão sendo adotadas as providências administrativas necessárias à remessa de cópia integral dos referidos autos, em HD próprio, à Presidência e aos Gabinetes dos eminentes ministros”, prosseguiu Mendonça.

Em seu pedido, Fachin sustentou que o processo que diz respeito às mensagens trocadas entre Alexandre de Moraes e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro tem relação direta com o caso Master e será julgado na próxima terça-feira (15).

O presidente do STF menciona em sua decisão a necessidade de ser tornada pública a investigação que levou à prisão de Vorcaro em março deste ano e de todos os procedimentos nela contidos ou a ela relacionados.

A ordem de Fachin ressalva apenas o que diga respeito a diligências cujo sigilo seja imprescindível à realização da medida. Essas poderão permanecer em sigilo.

A medida foi feita “de ofício”. Ou seja, feita por ele mesmo, não atendendo a pedido de nenhuma parte.

De Olho no Cariri

Com CNN Brasil