Com líderes dos dois lados, decisão sobre presidência da federação entre PP/União Brasil na Paraíba deve ficar para janeiro

O senador Efraim Filho (União Brasil) revelou nesta sexta-feira (21), que o comando da federação do seu partido com o Progressistas, na Paraíba, será compartilhado até janeiro de 2026. O parlamentar também afirmou durante entrevista à rádio Correio 98 FM, que a realização de pesquisa será o critério adotado para a definir qual a legenda deverá comandar a federação aqui no estado.

“Já há uma decisão amadurecida por parte daqueles que comandam a federação. 50% da federação é do União Brasil. No caso da Paraíba, por ter dois grandes líderes, um de cada lado, a decisão do candidato ao governo pela federação será por meio de pesquisa. Até essa pesquisa, que é em janeiro de 2026, o comando da federação será compartilhado, será exercido pelos dois”, anunciou Efraim.

Caso uma das partes não aceite o resultado da pesquisa, a direção nacional da federação será responsável por resolver a situação, acrescentou o senador.

“Se uma das partes não aceitar o resultado, você vai ter que definir lá em cima (Direção Nacional), quem é que tem mais flexibilidade. Se aqui você tem um critério da pesquisa e o outro lado está querendo impor o nome, eu acredito que a federação nacional não vai aceitar a imposição. Isso é o que está dito”, acrescentou.

Na oportunidade, Efraim ainda afirmou que existe uma grande possibilidade da federação se tornar uma fusão, após as eleições de 2026.

Com PB Agora

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O Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB)  liberou a candidatura de Daniella Ribeiro (PP) como primeira suplente de Nabor Wanderley (Republicanos). O TRE negou a Ação de Impugnação de Registro de Candidatura, movida pelo Ministério Público Eleitoral. A decisão foi por unanimidade.

A ação indagava  presença de Daniella na chapa por ela ser a mãe do governador Lucas Ribeiro (PP), que é candidato à reeleição do governo do estado. O MPE (Ministério Público Eleitoral) que apresentou o pedido de impugnação, afirmava que a regra de inelegibilidade prevista no artigo 14, parágrafo 7º, da Constituição Federal atingia a senadora, que deixou de concorrer à renovação do seu mandato para disputar uma vaga de suplência.

Desde o ano passado que Daniella declarava abrir mão da disputa pela reeleição após a confirmação da candidatura do filho ao Governo do Estado, no entanto, afirmou ter repensado diante o convite e que a decisão tem haver com o projeto político para a Paraíba.

“Eu abri mão da possibilidade de um mandato de reeleição. Todo mundo sabe disso. Mas se fosse apenas por ser meu filho e não tivesse história, e se não fosse um governo e um grupo que vêm fazendo a diferença na Paraíba, certamente eu não teria aberto mão”, disse.

A parlamentar rebateu subjeções acerca de a suplência ser rebaixamento político ao lembrar que a decisão de grupo prevalece e de que suas bandeiras voltadas à defesa da mulher serão mantidas, bem como de sua trajetória como a primeira mulher eleita senadora pela Paraíba e a primeira mulher a ocupar a Primeira-Secretaria do Senado Federal.

Com ClickPB