Papa tem leve insuficiência renal, diz Vaticano; quadro continua crítico

O Vaticano divulgou, na tarde deste domingo (23), uma nova atualização sobre o estado de saúde do Papa, que continua em uma condição crítica, agora com um quadro de insuficiência renal leve. De acordo com o comunicado, o Santo Padre permanece vigilante e bem orientado, mas o quadro clínico segue delicado.

“A condição do Santo Padre continua crítica; entretanto, desde a noite passada não houve crise respiratória”, informou o Vaticano. O Papa foi submetido a uma transfusão de duas unidades de hematologia concentrada e teve uma melhora dos níveis de hemoglobina. Apesar disso, exames de sangue recentes mostraram sinais de insuficiência renal, que está sendo controlada.

Além disso, o Vaticano disse que “a complexidade do quadro clínico e a espera necessária para que as terapias farmacológicas deem algum retorno fazem com que o prognóstico permaneça reservado.”

Durante a manhã, o Papa participou de uma missa “no apartamento instalado no 10º andar na companhia de quem cuida dele durante esses dias de hospitalização.”

COMPARTILHE ESSA NOTÍCIA

Facebook
WhatsApp
Print

O Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB)  liberou a candidatura de Daniella Ribeiro (PP) como primeira suplente de Nabor Wanderley (Republicanos). O TRE negou a Ação de Impugnação de Registro de Candidatura, movida pelo Ministério Público Eleitoral. A decisão foi por unanimidade.

A ação indagava  presença de Daniella na chapa por ela ser a mãe do governador Lucas Ribeiro (PP), que é candidato à reeleição do governo do estado. O MPE (Ministério Público Eleitoral) que apresentou o pedido de impugnação, afirmava que a regra de inelegibilidade prevista no artigo 14, parágrafo 7º, da Constituição Federal atingia a senadora, que deixou de concorrer à renovação do seu mandato para disputar uma vaga de suplência.

Desde o ano passado que Daniella declarava abrir mão da disputa pela reeleição após a confirmação da candidatura do filho ao Governo do Estado, no entanto, afirmou ter repensado diante o convite e que a decisão tem haver com o projeto político para a Paraíba.

“Eu abri mão da possibilidade de um mandato de reeleição. Todo mundo sabe disso. Mas se fosse apenas por ser meu filho e não tivesse história, e se não fosse um governo e um grupo que vêm fazendo a diferença na Paraíba, certamente eu não teria aberto mão”, disse.

A parlamentar rebateu subjeções acerca de a suplência ser rebaixamento político ao lembrar que a decisão de grupo prevalece e de que suas bandeiras voltadas à defesa da mulher serão mantidas, bem como de sua trajetória como a primeira mulher eleita senadora pela Paraíba e a primeira mulher a ocupar a Primeira-Secretaria do Senado Federal.

Com ClickPB