NA PARAÍBA: Mulher ateia fogo em homem durante discussão

Um homem sofreu queimaduras graves pelo corpo após ter sido incendiado com um líquido inflamável. O caso aconteceu no bairro Brasília, em Bayeux, na Grande João Pessoa, na tarde desta segunda-feira (24).

A vítima foi socorrida pela ambulância do Corpo de Bombeiros e foi encaminhada para o Hospital de Emergência e Trauma Senador Humberto Lucena, na capital, com queimaduras e lesões pelo corpo.

Segundo os Bombeiros, a suspeita e o homem estariam discutindo dentro de uma residência, quando ela pegou um líquido inflamável não identificado, derramou no corpo da vítima e ateou fogo.

A corporação informou que o homem, de identidade não revelada, teve queimaduras na nuca, nas costas e na região do abdômen. Ele foi socorrido consciente e orientado para o Hospital de Trauma, onde deve passar por exames e observação médica.

MaisPB

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Jornalista Jacqueline Oliveira revisitou o túmulo do pequeno Éverton, assassinado em 2015 em um caso que provocou revolta e comoção em toda a região.

Uma história marcada pela crueldade, pela dor e pela indignação voltou a despertar emoção no Cariri paraibano. Onze anos após o assassinato do pequeno Éverton, de apenas 5 anos, no município de Sumé, a jornalista Jacqueline Oliveira produziu um vídeo emocionante ao visitar o local onde a criança foi sepultada.

O crime, ocorrido em outubro de 2015, chocou toda a Paraíba pela brutalidade. Na época, investigações da Polícia Civil apontaram o envolvimento de pessoas próximas à vítima, incluindo a própria mãe, o padrasto e outros suspeitos. Um homem conhecido como Pai Etin chegou a ser preso e, segundo a polícia, apresentou um relato sobre as circunstâncias do assassinato, que teria ocorrido durante um suposto ritual.

A repercussão do caso provocou forte comoção popular e deixou marcas profundas na memória dos moradores de Sumé e de toda a região.

Agora, mais de uma década depois, Jacqueline Oliveira resgata essa história ao mostrar a sepultura do menino, em uma narrativa que mistura saudade, indignação e reflexão sobre a violência contra crianças.

O vídeo também reforça a necessidade de proteger a infância e de manter viva a responsabilidade coletiva de combater qualquer forma de violência.

Onze anos se passaram, mas a história de Éverton continua sendo uma ferida na memória do Cariri. Uma criança que teve a vida interrompida de maneira cruel e cuja lembrança jamais deve ser esquecida.

De Olho no Cariri