Concurso com 21 vagas para professor da UFPB é suspenso

O concurso público da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), que abriu 21 vagas para professor de ensino superior, foi suspenso temporariamente. A medida foi comunicada nesta terça-feira (18) por meio de um edital publicado no Diário Oficial da União (DOU).

A medida foi adotada pela instituição por conta da greve de professores e servidores técnico-administrativos, que não tem uma data definida para acabar.

O certame estava na fase das inscrições, que seriam encerradas na próxima quinta-feira (20).

Segundo informa a Pró-reitoria de Gestão de Pessoas (Progep) da instituição, a suspensão será reavaliada de acordo com o andamento da greve. E a retomada das atividades também será publicada no DOU.

Com G1 PARAÍBA

COMPARTILHE ESSA NOTÍCIA

Facebook
WhatsApp
Print

Jornalista Jacqueline Oliveira revisitou o túmulo do pequeno Éverton, assassinado em 2015 em um caso que provocou revolta e comoção em toda a região.

Uma história marcada pela crueldade, pela dor e pela indignação voltou a despertar emoção no Cariri paraibano. Onze anos após o assassinato do pequeno Éverton, de apenas 5 anos, no município de Sumé, a jornalista Jacqueline Oliveira produziu um vídeo emocionante ao visitar o local onde a criança foi sepultada.

O crime, ocorrido em outubro de 2015, chocou toda a Paraíba pela brutalidade. Na época, investigações da Polícia Civil apontaram o envolvimento de pessoas próximas à vítima, incluindo a própria mãe, o padrasto e outros suspeitos. Um homem conhecido como Pai Etin chegou a ser preso e, segundo a polícia, apresentou um relato sobre as circunstâncias do assassinato, que teria ocorrido durante um suposto ritual.

A repercussão do caso provocou forte comoção popular e deixou marcas profundas na memória dos moradores de Sumé e de toda a região.

Agora, mais de uma década depois, Jacqueline Oliveira resgata essa história ao mostrar a sepultura do menino, em uma narrativa que mistura saudade, indignação e reflexão sobre a violência contra crianças.

O vídeo também reforça a necessidade de proteger a infância e de manter viva a responsabilidade coletiva de combater qualquer forma de violência.

Onze anos se passaram, mas a história de Éverton continua sendo uma ferida na memória do Cariri. Uma criança que teve a vida interrompida de maneira cruel e cuja lembrança jamais deve ser esquecida.

De Olho no Cariri