Lula diz que agora é amigo de Trump: “Foi amor à primeira vista”

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou, nesta sexta-feira (6), que “agora é amigo de Trump”. Declaração ocorreu na Bahia, durante o lançamento de ações do “Novo PAC Saúde”, que busca fortalecer o Sistema Único de Saúde (SUS).

“Eu agora sou amigo do Trump. Ele toda hora fala que tivemos uma química e foi amor a primeira vista. Sabe porque, gente? Porque ninguém respeita quem não se respeita”, disse Lula.

Em setembro do ano passado, ao se encontrar com o presidente Lula pela primeira vez, Donald Trump, presidente dos Estados Unidos, afirmou eles tiveram uma “química excelente”.

“Nós não tivemos muito tempo para falar aqui, foram tipo, 20 segundos, conversamos, tivemos uma boa conversa e combinamos de nos encontrar na semana que vem, se for do seu interesse. Ele parecia um homem muito legal, na verdade, ele gostava de mim, eu gostava dele. E eu só faço negócios com pessoas de quem gosto.”, afirmou Trump em meio ao imbróglio do tarifaço sob produtos brasileiros imposto pelos Estados Unidos.

Novo encontro em março

Lula e Trump devem se encontrar novamente na primeira semana de março, segundo o petista.

“Eu estou marcando, possivelmente na primeira semana de março, para ter uma conversa olho no olho com o presidente Trump”, afirmou Lula em entrevista ao UOL nesta quinta-feira (5).

CNN Brasil

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O procurador-regional Eleitoral, Marcos Queiroga, informou nesta sexta-feira (11) que recorreu da decisão do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB) que liberou a candidatura do ex-prefeito de João Pessoa, Cícero Lucena (MDB), ao Governo da Paraíba. O processo corre em segredo de Justiça.

A candidatura do emedebista foi impugnada, sob o argumento de que ele teria ligação com lideranças do crime organizado em João Pessoa em troca de apoio político nas Eleições 2024, o que seria proibido pela Constituição.

“No julgamento recente de Cícero Lucena, esta Corte entendeu por maioria que o precedente [do TSE sobre candidaturas com ligação com o crime organizado] não deveria ser aplicado, sobretudo porque ele não foi denunciado ainda. Respeito a decisão desta Corte, mas discordo. Essa decisão já foi objeto de recurso”, afirmou.

A declaração foi dada durante o julgamento da impugnação do registro da candidatura de Janine Lucena, que não conseguiu a liberação para a disputa como 1ª suplente de senadora do senador Veneziano (MDB), candidato à reeleição.

Filha de Cícero, ela também é investigada por ter mantido contato com faccionados. O caso dela é investigado pela PF na Operação Mandare. Já o de Cícero transcorre no âmbito da Operação Território Livre.

A candidatura de Cícero Lucena foi liberada pelo TRE-PB na última quarta-feira (9), com voto da maioria dos desembargadores. Apesar do sigilo, hoje um dos membros da Corte, desembargador Rodrigo Marques, pontuou que os casos dos dois são diferentes por não haver provas inquisitoriais e que não há denúncia formalizada contra o ex-prefeito.

De Olho no Cariri

Com Jornal da Paraíba