SUMÉ: Após filiação de Elias Freire, Comissão Municipal do PSDB é renovada

A direção estadual do PSDB renovou a comissão municipal de Sumé mantendo o ex vereador Vicente Lourenço como presidente. “A próxima etapa será organização do partido com reuniões virtuais por causa da pandemia do coronavírus com simpatizantes, os pré candidatos a vereadores e o pré candidato a prefeito Elias Freire para organizarmos o pleito que se aproxima”, disse Vicente Lourenço.

O ex-vereador e ex-candidato a prefeito nas eleições de 2016, Elias Freire, que teve quase 4 mil votos nas eleições de 2016, tem mantido contatos com lideranças comunitárias, empresários, agricultores e cidadãos para ouvir e sentir as necessidades da população. Elias Freire reafirma a sua pré candidatura a prefeito e disse que trabalha para formar consenso na oposição de Sumé.

“Esses contatos e conversas são importantes para sabermos as reais necessidades da população e também a realidade do nosso município. Com certeza, já reforçamos o que já sabíamos e notávamos. Só firmamos mais ainda a nossa convicção de que o povo está sedento por mudanças na condução dos destinos de nosso município”, afirmou o pré-candidato Elias Freire.

Quanto a formação de uma chapa para concorrer as eleições de vereador, Elias disse que o PSDB filou um grupo de pessoas capazes de concorrer de igual pra igual, com os atuais parlamentares: “Vamos ter uma chapa completa, sem figurões, sem estrelas, com novos nomes, todos com condições de concorrer com igualdade. Esse vai ser o diferencial. Teremos condições de eleger tranquilamente 3 vereadores e ainda lutarmos por uma quarta vaga”.

Quanto a necessidade de mudança no comando da gestão do município, Elias Freire falou: “Os constantes contatos nos tem mostrado que o povo quer mudança na gestão da cidade, que o povo está cansado da forma como a cidade está sendo administrada. Não basta se preocupar apenas com números e estatísticas, uma gestão tem que se preocupar também com as pessoas, com o ser humano. Sumé precisa de uma gestão humanizada. Sumé precisa e quer diálogo, respeito, igualdade, credibilidade e honestidade”.

De Olho no Cariri

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O Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB), por meio da Diretoria de Tecnologia da Informação (Ditec), e o Hemocentro da Paraíba estão desenvolvendo o DNA Jus, uma solução tecnológica que pretende tornar mais rápido, seguro e eficiente o fluxo de realização de exames de DNA solicitados pela Justiça. Nesta quarta-feira (16), representantes das duas instituições se reuniram para alinhar detalhes do projeto e avançar na construção do sistema.

Atualmente, a solicitação e o agendamento dos exames envolvem procedimentos realizados de forma manual entre o Judiciário e o Hemocentro. A proposta do DNA Jus é concentrar as etapas em uma única plataforma, permitindo que o magistrado faça a solicitação e o agendamento da coleta, acompanhe o procedimento e tenha acesso ao laudo de forma digital e sigilosa.

O juiz auxiliar da Presidência do TJPB, Fábio Araújo, explicou que a ferramenta foi pensada para simplificar o fluxo e reduzir o tempo de tramitação dos processos relacionados aos exames. Segundo ele, embora exista um tempo médio para a realização dos procedimentos, fatores específicos de cada caso podem interferir nos prazos.

“A ideia é facilitar a marcação, o agendamento e a coleta do material biológico e, consequentemente, a entrega dos resultados. Com um fluxo mais rápido e organizado, esperamos encurtar esse tempo, reduzindo circunstâncias externas que possam prejudicar o bom andamento dos procedimentos”, afirmou.

A previsão é que o sistema seja apresentado no dia 16 de novembro de 2026. A partir daí, a expectativa é disponibilizar a solução para utilização pelos magistrados e pelo Hemocentro.

De acordo com o diretor da Ditec, Daniel Melo, o DNA Jus está sendo desenvolvido pelo Tribunal de Justiça a partir dos requisitos levantados junto ao Hemocentro. A proposta é substituir o atual fluxo manual, realizado principalmente por e-mail, por uma plataforma integrada.

“O DNA Jus surgiu da necessidade de modernizar o processo atual, que é feito de forma manual e pode gerar atrasos e burocracia. Estamos criando uma solução para unificar todo o fluxo de trabalho, otimizando tempo e prazos e entregando o resultado com maior eficiência à população”, explicou.

Na prática, o magistrado poderá acessar a plataforma ao identificar a necessidade de um exame de DNA, escolher o laboratório ou posto de coleta, fazer o agendamento e comunicar as partes envolvidas. As etapas seguintes, incluindo a coleta do material biológico e a geração do laudo, também serão gerenciadas pelo sistema.

O Hemocentro terá participação central no funcionamento da plataforma, sendo responsável pela coleta e pelo processamento do material biológico e pela elaboração dos laudos. Para o diretor-geral do Hemocentro da Paraíba, José de Paiva Gadelha Neto, a ferramenta também representa um avanço em segurança e sigilo das informações.

“A reunião foi muito importante para modernizar a forma como as pessoas terão acesso ao resultado final dos exames de DNA. Com o novo sistema, o próprio magistrado poderá marcar a data da coleta das partes interessadas, o que representa ganho de tempo e segurança. E um dos pontos mais importantes é o sigilo, já que apenas o magistrado terá acesso final ao laudo”, destacou.

DE OLHO NO CARIRI

Por Ludmila Costa – Comunicação TJPB