Hugo Motta descarta esposa na vice de Lucas Ribeiro e trata especulação como maldosa


O deputado federal e presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos), negou neste domingo (26/07) as especulações que movimentam as manchetes da imprensa paraibana em torno da possibilidade da esposa, Luana Motta, passar a integrar a chapa majoritária na condição de vice do governador Lucas Ribeiro (PP).

“Só especulação maldosa de quem quer criar cizânia”, afirmou.

As especulações ganharam força nos últimos dias após Luana Motta aparecer pela primeira vez em um vídeo nas redes sociais apresentando a padaria artesanal de Patos, projeto implantado por meio de uma articulação com a ex-vice-governadora Lígia Feliciano e a Secretaria de Desenvolvimento Social e Habitação do município. O conteúdo foi interpretado como uma forma dela apresentar-se ao público por meio de um vídeo em tom institucional.

A publicação gerou comentários nos bastidores políticos sobre uma possível indicação de Luana para a vaga de vice na chapa de Lucas Ribeiro, principalmente por ocorrer às vésperas da convenção conjunta do Progressistas, Republicanos e PSB, marcada para o próximo dia 5 de agosto.

O ex-prefeito de Patos e pré-candidato ao Senado, Nabor Wanderley (Republicanos), também minimizou as especulações e afirmou que, até o momento, não houve discussão formal sobre a composição da chapa majoritária. De acordo com ele, a definição do nome para a vice-governadoria deverá ocorrer a partir de um entendimento entre as legendas aliadas.

“Por enquanto é muita especulação. O mais importante é a unidade que nós estamos construindo, a unidade que existe na chapa. Claro que os partidos da base vão sentar, apresentar os nomes e escolher aquele que mais agrega, que mais soma e que mais contribua com a gestão para ajudar Lucas a dar continuidade a esse projeto implementado por João Azevêdo, que transformou a Paraíba em todas as regiões”, declarou.

Com Portal da Capital

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O Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB), por meio da Diretoria de Tecnologia da Informação (Ditec), e o Hemocentro da Paraíba estão desenvolvendo o DNA Jus, uma solução tecnológica que pretende tornar mais rápido, seguro e eficiente o fluxo de realização de exames de DNA solicitados pela Justiça. Nesta quarta-feira (16), representantes das duas instituições se reuniram para alinhar detalhes do projeto e avançar na construção do sistema.

Atualmente, a solicitação e o agendamento dos exames envolvem procedimentos realizados de forma manual entre o Judiciário e o Hemocentro. A proposta do DNA Jus é concentrar as etapas em uma única plataforma, permitindo que o magistrado faça a solicitação e o agendamento da coleta, acompanhe o procedimento e tenha acesso ao laudo de forma digital e sigilosa.

O juiz auxiliar da Presidência do TJPB, Fábio Araújo, explicou que a ferramenta foi pensada para simplificar o fluxo e reduzir o tempo de tramitação dos processos relacionados aos exames. Segundo ele, embora exista um tempo médio para a realização dos procedimentos, fatores específicos de cada caso podem interferir nos prazos.

“A ideia é facilitar a marcação, o agendamento e a coleta do material biológico e, consequentemente, a entrega dos resultados. Com um fluxo mais rápido e organizado, esperamos encurtar esse tempo, reduzindo circunstâncias externas que possam prejudicar o bom andamento dos procedimentos”, afirmou.

A previsão é que o sistema seja apresentado no dia 16 de novembro de 2026. A partir daí, a expectativa é disponibilizar a solução para utilização pelos magistrados e pelo Hemocentro.

De acordo com o diretor da Ditec, Daniel Melo, o DNA Jus está sendo desenvolvido pelo Tribunal de Justiça a partir dos requisitos levantados junto ao Hemocentro. A proposta é substituir o atual fluxo manual, realizado principalmente por e-mail, por uma plataforma integrada.

“O DNA Jus surgiu da necessidade de modernizar o processo atual, que é feito de forma manual e pode gerar atrasos e burocracia. Estamos criando uma solução para unificar todo o fluxo de trabalho, otimizando tempo e prazos e entregando o resultado com maior eficiência à população”, explicou.

Na prática, o magistrado poderá acessar a plataforma ao identificar a necessidade de um exame de DNA, escolher o laboratório ou posto de coleta, fazer o agendamento e comunicar as partes envolvidas. As etapas seguintes, incluindo a coleta do material biológico e a geração do laudo, também serão gerenciadas pelo sistema.

O Hemocentro terá participação central no funcionamento da plataforma, sendo responsável pela coleta e pelo processamento do material biológico e pela elaboração dos laudos. Para o diretor-geral do Hemocentro da Paraíba, José de Paiva Gadelha Neto, a ferramenta também representa um avanço em segurança e sigilo das informações.

“A reunião foi muito importante para modernizar a forma como as pessoas terão acesso ao resultado final dos exames de DNA. Com o novo sistema, o próprio magistrado poderá marcar a data da coleta das partes interessadas, o que representa ganho de tempo e segurança. E um dos pontos mais importantes é o sigilo, já que apenas o magistrado terá acesso final ao laudo”, destacou.

DE OLHO NO CARIRI

Por Ludmila Costa – Comunicação TJPB