Governo publica edição extra do Diário Oficial com MPs dos caminhoneiros

O governo publicou, em edição extra do Diário Oficial da União, as três medidas provisórias (MPs), anunciadas pelo presidente Michel Temer e negociadas com os caminhoneiros, paralisados desde o último dia 28. As medidas foram publicadas na noite de domingo (27) e reúnem as MPs 831, 832 e 833.

O ponto alto está na MP 832 que institui a chamada Política de Preços Mínimos do Transporte Rodoviário de Cargas. É a medida que estabelece a tabela mínima para o frete. Não há valores nem percentuais, mas detalhes sobre como os números serão negociados.

A MP 832 destaca que o processo de fixação dos preços mínimos contará com a participação dos representantes das cooperativas de transporte de cargas e dos sindicatos de empresas e de transportadores autônomos.  Para a fixação dos preços mínimos, diz a medida, serão considerados, prioritariamente, os custos do óleo diesel e dos pedágios.

O texto informa também que a decisão se estende às cargas em geral, a granel, as que necessitam ser refrigeradas, as perigosas e as chamadas neogranel (formadas por conglomerados homogêneos de mercadorias, de carga geral, sem acondicionamento específico e cujo volume ou quantidade possibilite o transporte em lotes, em um único embarque).

A MP 833 é a que determina que os veículos de transporte de cargas que circularem vazios ficarão isentos da cobrança de pedágio sobre os eixos que mantiverem suspensos. A medida vale para todas as rodovias do país.

A MP 831 define que a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) contratará transporte rodoviário de cargas, com dispensa do procedimento licitatório, para até 30% da demanda anual de frete da empresa. A medida interfere principalmente na ação dos caminhoneiros autônomos.

Com Agência Brasil

COMPARTILHE ESSA NOTÍCIA

Facebook
WhatsApp
Print

O deputado federal Aguinaldo Ribeiro (PP), durante a inauguração do seu comitê em Campina Grande nessa quarta-feira (9), declarou votou no presidente Lula (PT). O parlamentar disse que não sabe “estar em cima do muro”.

“Tenho esse defeito ou virtude. Eu não sei estar em cima do muro. Meu presidente é Lula, eu vou votar Lula”, anunciou o deputado.

Apesar do voto no petista, Aguinaldo defendeu o fim da polarização política no país. Para ele, esse cenário está “adoecendo o Brasil”.

“Isso está adoecendo o Brasil. A gente está deixando de discutir os projetos de país que a gente quer porque fica direita para um lado e esquerda para outro”, complementou o parlamentar.

Com MaisPB