Adriano Galdino é reeleito presidente da ALPB para os dois próximos biênios; veja formação da nova mesa

O deputado estadual Adriano Galdino (Republicanos) foi é eleito, nesta quarta-feira (01), para dois novos mandatos como presidente da Assembleia Legislativa. A eleição para o primeiro e segundo biênio ocorreu por unanimidade, com chapa única, em votação aberta e nominal.

Para o primeiro biênio Galdino terá Tião Gomes (PSB) como 1º vice-presidente, Eduardo Carneiro (SD) como 2º vice-presidente, Tovar Correia Lima (PSDB) 3º vice-presidente e Camila Toscano (PSDB) a 4ª vice-presidente. Júnior Araújo é o 1º secretário, com Fábio Ramalho (PSDB) na segunda, Taciano Diniz (UB) na terceira e Anderson Monteiro (MDB) na quarta secretaria.

O corregedor titular será Walber Virgolino (PL), com Branco Mendes (Republicanos) na 1ª corregedoria , Jutay Menezes (Republicanos) na segunda corregedoria e George Morais (UB) na terceira. Ambos no primeiro e segundo biênio.

Já para o segundo biênio, Adriano terá Felipe Leitão (PSD) como 1º vice-presidente, Cida Ramos (PT) na segunda, Taciano Diniz (UB) na terceira e Fábio Ramalho (PSDB) na terceira. O 1º secretário será Tovar Correia Lima (PSDB), com Eduardo Carneiro (SD) na segunda, Anderson Monteiro (MDB) na terceira e Jane Panta (PP) na quarta.

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O Supremo Tribunal Federal (STF) divulgou há pouco o rito que será adotado durante a sessão desta terça-feira (15), que vai analisar o relatório da Polícia Federal sobre as conversas entre o ministro Alexandre de Moraes e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro.

De acordo com o procedimento definido pelo presidente do STF, ministro Edson Fachin, a sessão será aberta às 10h.

Em seguida, a secretária da sessão fará a leitura da ata da sessão anterior da Corte, e Fachin vai realizar as saudações de praxe a todos os ministros.

O ministro chamará o processo para julgamento e passará a palavra ao ministro André Mendonça, que fará a leitura do relatório. O caso chegou a Fachin após Mendonça, relator do Caso Master, informar sobre possíveis conversas entre Moraes e Daniel Vorcaro.

Depois, a palavra será dada à Procuradoria-Geral da República (PGR). Após a manifestação da procuradoria, a votação será iniciada.

O STF não confirmou se Alexandre de Moraes poderá participar da sessão.

O plenário também é composto pelos ministros Cristiano Zanin, Flávio Dino, Nunes Marques, Luiz Fux, Cármen Lúcia e Gilmar Mendes.

A participação de Dias Toffoli também não está confirmada. No início deste ano, Toffoli se declarou impedido de participar de julgamentos sobre o caso Master após a imprensa revelar que o ministro é dono de um resort que foi comprado por um fundo de investimentos ligado ao banco.

Mais cedo, o STF confirmou que a sessão da Corte terá transmissão ao vivo pela TV Justiça e pela internet. 

Agência Brasil