Pesquisa Quaest aponta que no 1º turno: Lula tem 36%; Flávio Bolsonaro aparece com 31% e Augusto Cury tem 7%

A pesquisa Quaest divulgada nesta segunda-feira (14) mostra Lula (PT) com 36% das intenções de voto no 1º turno da eleição presidencial, Flávio Bolsonaro (PL) com 31% e Augusto Cury (Avante) com 7%.

Em relação ao levantamento anterior, do dia 7, Lula manteve os 36% e Flávio oscilou de 29% para 31%. A distância entre os dois passou de sete para cinco pontos percentuais. Cury oscilou de 8% para 7% e está tecnicamente empatado com Renan e Caiado. Os dois candidatos têm 4% cada e estão em empate técnico com Zema, que aparece com 1%.

Na simulação de 2º turno, Flávio aparece numericamente à frente de Lula, o que não acontecia desde abril na série da Quaest, em situação de empate técnico. Flávio tem 42%, contra 40% de Lula.

Veja os números de 1º turno da pesquisa estimulada, em que a Quaest mostra aos entrevistados os nomes dos candidatos:

  • Lula (PT): 36% (eram 36% em 7 de setembro)
  • Flávio Bolsonaro (PL): 31% (eram 29%)
  • Augusto Cury (Avante): 7% (eram 8%)
  • Renan Santos (Missão): 4% (eram 3%)
  • Ronaldo Caiado (PSD): 4% (eram 3%)
  • Romeu Zema (Novo): 1% (eram 2%)
  • Clariana Barão (DC): 0 (era zero)
  • Edmilson Costa (PCB): 0 (era zero)
  • Hertz Dias (PSTU): 0 (era zero)
  • Rui Costa Pimenta (PCO): 0 (era zero)
  • Samara Martins (UP): 0 (era 1%)
  • Veterinário Wilson Grassi (Democrata): 0 (era zero)
  • Indecisos: 10% (eram 10%)
  • Branco/nulo/não vai votar: 7% (eram 8%)

O diretor da Quaest, Felipe Nunes, explica que Flávio Bolsonaro tem melhorado seu desempenho entre as mulheres, segmento em que Lula sempre teve vantagem, e na região Sudeste, onde estão os três estados com os maiores números de eleitores.

“Flávio tem conseguido um desempenho surpreendentemente alto entre as mulheres, que foram o principal campo de rejeição a Bolsonaro depois da pandemia e da política de facilitação do porte de armas do governo passado”, diz Nunes.

“O desempenho de Flávio também chama atenção no Sudeste. A distância para Lula, que já foi de 2 pontos percentuais, agora é uma vantagem de 16. Por ser a região mais populosa do país, é onde os candidatos têm passado o maior tempo de campanha”, completa.

A Quaest entrevistou 2.004 pessoas de 16 anos ou mais em todo o país, entre 10 e 13 de setembro. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-03607/2026.

Com G1

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O Supremo Tribunal Federal (STF) divulgou há pouco o rito que será adotado durante a sessão desta terça-feira (15), que vai analisar o relatório da Polícia Federal sobre as conversas entre o ministro Alexandre de Moraes e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro.

De acordo com o procedimento definido pelo presidente do STF, ministro Edson Fachin, a sessão será aberta às 10h.

Em seguida, a secretária da sessão fará a leitura da ata da sessão anterior da Corte, e Fachin vai realizar as saudações de praxe a todos os ministros.

O ministro chamará o processo para julgamento e passará a palavra ao ministro André Mendonça, que fará a leitura do relatório. O caso chegou a Fachin após Mendonça, relator do Caso Master, informar sobre possíveis conversas entre Moraes e Daniel Vorcaro.

Depois, a palavra será dada à Procuradoria-Geral da República (PGR). Após a manifestação da procuradoria, a votação será iniciada.

O STF não confirmou se Alexandre de Moraes poderá participar da sessão.

O plenário também é composto pelos ministros Cristiano Zanin, Flávio Dino, Nunes Marques, Luiz Fux, Cármen Lúcia e Gilmar Mendes.

A participação de Dias Toffoli também não está confirmada. No início deste ano, Toffoli se declarou impedido de participar de julgamentos sobre o caso Master após a imprensa revelar que o ministro é dono de um resort que foi comprado por um fundo de investimentos ligado ao banco.

Mais cedo, o STF confirmou que a sessão da Corte terá transmissão ao vivo pela TV Justiça e pela internet. 

Agência Brasil