Sargento baleado por filho atribui crime a jogos virtuais e diz que filho é um bom menino

O sargento Benedito da Silva Araújo de 56 anos que foi baleado pelo filho, um adolescente de 13 anos, no último sábado (19), na cidade de Patos, na Paraíba, atribuiu o crime cometido pelo menor aos jogos virtuais violentos. A declaração foi feita através de um áudio que circula nas redes sociais.

O sargento Bené afirma que o filho é um menino bom e que foi criado com muito amor.

“Ele foi um pedido que eu fiz a Deus”, afirma o sargento.

Benedito diz que a tragédia que vitimou sua esposa e seu filho caçula de 7 anos está sendo “uma coisa muito dura para eles, mas não significa que o adolescente seja um menino mal’.

Ainda no áudio o sargento afirma que não quer que o filho fique preso. Segundo ele, o menino merece viver em liberdade.

O sargento que segue internado no Hospital de Trauma de Campina Grande, em estado grave porém estável, diz que quer ficar bom para poder voltar e cuidar do filho.

” Eu vou voltar para cuidar dele com todo o meu amor”, diz emocionado o sargento.

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O Supremo Tribunal Federal (STF) divulgou há pouco o rito que será adotado durante a sessão desta terça-feira (15), que vai analisar o relatório da Polícia Federal sobre as conversas entre o ministro Alexandre de Moraes e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro.

De acordo com o procedimento definido pelo presidente do STF, ministro Edson Fachin, a sessão será aberta às 10h.

Em seguida, a secretária da sessão fará a leitura da ata da sessão anterior da Corte, e Fachin vai realizar as saudações de praxe a todos os ministros.

O ministro chamará o processo para julgamento e passará a palavra ao ministro André Mendonça, que fará a leitura do relatório. O caso chegou a Fachin após Mendonça, relator do Caso Master, informar sobre possíveis conversas entre Moraes e Daniel Vorcaro.

Depois, a palavra será dada à Procuradoria-Geral da República (PGR). Após a manifestação da procuradoria, a votação será iniciada.

O STF não confirmou se Alexandre de Moraes poderá participar da sessão.

O plenário também é composto pelos ministros Cristiano Zanin, Flávio Dino, Nunes Marques, Luiz Fux, Cármen Lúcia e Gilmar Mendes.

A participação de Dias Toffoli também não está confirmada. No início deste ano, Toffoli se declarou impedido de participar de julgamentos sobre o caso Master após a imprensa revelar que o ministro é dono de um resort que foi comprado por um fundo de investimentos ligado ao banco.

Mais cedo, o STF confirmou que a sessão da Corte terá transmissão ao vivo pela TV Justiça e pela internet. 

Agência Brasil