Preso homem que matou mulher na cidade de São José dos Cordeiros

Nas primeiras horas da manhã desta quarta-feira (19), uma ação Integrada das Delegacias seccionais de Monteiro (14aDSPC) e Juazeirinho (23aDSPC), que contou com Policiais Civis dos GTEs das respectivas Seccionais, e das Delegacias de Serra Branca e Taperoá, deu cumprimento a mandado de prisão em desfavor de J.W.S.S, pela pratica do crime de homicídio ocorrido em uma praça da cidade de São José dos Cordeiros, no Cariri paraibano, em novembro de 2022.

O autor do homicídio estava sendo investigado pela prática de estupro de vulnerável contra a filha da vítima, menor de idade. Fato este que fora denunciado um dia antes do homicídio.

De acordo com informações, no dia do homicídio, a mãe da menor teria se encontrado com J.W.S.S. e passado a tomar satisfações sobre a violência contra sua filha, ocasião em que foi alvejada com disparos de arma de fogo, vindo a óbito no local.

Desde a data do fato o indivíduo estava foragido, e graças ao trabalho integrado de inteligência, e após diligências realizadas, conseguiram localiza-lo na cidade de Assunção, hospedado há mais de 20 dias em uma Pousada, sendo dado o cumprimento do mandado de prisão.

O indivíduo ficará recolhido na Delegacia de Serra Branca, onde aguardará Audiência de Custódia.

De Olho no Cariri

Com Cariri Ligado

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O Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB), por meio da Diretoria de Tecnologia da Informação (Ditec), e o Hemocentro da Paraíba estão desenvolvendo o DNA Jus, uma solução tecnológica que pretende tornar mais rápido, seguro e eficiente o fluxo de realização de exames de DNA solicitados pela Justiça. Nesta quarta-feira (16), representantes das duas instituições se reuniram para alinhar detalhes do projeto e avançar na construção do sistema.

Atualmente, a solicitação e o agendamento dos exames envolvem procedimentos realizados de forma manual entre o Judiciário e o Hemocentro. A proposta do DNA Jus é concentrar as etapas em uma única plataforma, permitindo que o magistrado faça a solicitação e o agendamento da coleta, acompanhe o procedimento e tenha acesso ao laudo de forma digital e sigilosa.

O juiz auxiliar da Presidência do TJPB, Fábio Araújo, explicou que a ferramenta foi pensada para simplificar o fluxo e reduzir o tempo de tramitação dos processos relacionados aos exames. Segundo ele, embora exista um tempo médio para a realização dos procedimentos, fatores específicos de cada caso podem interferir nos prazos.

“A ideia é facilitar a marcação, o agendamento e a coleta do material biológico e, consequentemente, a entrega dos resultados. Com um fluxo mais rápido e organizado, esperamos encurtar esse tempo, reduzindo circunstâncias externas que possam prejudicar o bom andamento dos procedimentos”, afirmou.

A previsão é que o sistema seja apresentado no dia 16 de novembro de 2026. A partir daí, a expectativa é disponibilizar a solução para utilização pelos magistrados e pelo Hemocentro.

De acordo com o diretor da Ditec, Daniel Melo, o DNA Jus está sendo desenvolvido pelo Tribunal de Justiça a partir dos requisitos levantados junto ao Hemocentro. A proposta é substituir o atual fluxo manual, realizado principalmente por e-mail, por uma plataforma integrada.

“O DNA Jus surgiu da necessidade de modernizar o processo atual, que é feito de forma manual e pode gerar atrasos e burocracia. Estamos criando uma solução para unificar todo o fluxo de trabalho, otimizando tempo e prazos e entregando o resultado com maior eficiência à população”, explicou.

Na prática, o magistrado poderá acessar a plataforma ao identificar a necessidade de um exame de DNA, escolher o laboratório ou posto de coleta, fazer o agendamento e comunicar as partes envolvidas. As etapas seguintes, incluindo a coleta do material biológico e a geração do laudo, também serão gerenciadas pelo sistema.

O Hemocentro terá participação central no funcionamento da plataforma, sendo responsável pela coleta e pelo processamento do material biológico e pela elaboração dos laudos. Para o diretor-geral do Hemocentro da Paraíba, José de Paiva Gadelha Neto, a ferramenta também representa um avanço em segurança e sigilo das informações.

“A reunião foi muito importante para modernizar a forma como as pessoas terão acesso ao resultado final dos exames de DNA. Com o novo sistema, o próprio magistrado poderá marcar a data da coleta das partes interessadas, o que representa ganho de tempo e segurança. E um dos pontos mais importantes é o sigilo, já que apenas o magistrado terá acesso final ao laudo”, destacou.

DE OLHO NO CARIRI

Por Ludmila Costa – Comunicação TJPB