Polícia Militar prende suspeitos que saíram de Campina Grande para promover tiroteio na cidade de Taperoá

A Polícia Militar prendeu dois presidiários do regime semiaberto que saíram da cidade de Campina Grande para promoverem um confronto contra um grupo rival, marcado para a noite desse sábado (25), na cidade de Taperoá. A prisão dos acusados aconteceu durante a tarde e na ação foram apreendidos dois revólveres, trinta munições que seriam usadas no tiroteio, um capuz tipo balaclava, balança de precisão, maconha embrulhada em tablete e papelotes e mais de 1.400 reais em dinheiro.

Os presidiários – um de 24 anos que cumpre pena por tráfico de drogas, roubo e posse de arma e outro de 23 anos, que cumpre pena por roubo – são do Presídio do Monte Santo, em Campina Grande, e atualmente estavam liberados do retorno à unidade prisional por causa da pandemia do novo coronavírus. Nas buscas pelos acusados, foi presa uma mulher, de 22 anos, que estava guardando as drogas e o dinheiro em casa, e um homem de 20, que prestou auxílio aos criminosos para se esconderem da polícia.

Conforme informações do sargento Anchieta, da 4ª Companhia do 3º Batalhão, o grupo estaria envolvido em uma disputa entre grupo rivais, ligados ao tráfico de drogas. “Houve um tiroteio entre esses dois grupos na última quarta-feira (22) e nesse sábado seria uma espécie de revanche, com a presença desses presos do regime semiaberto, que vieram da cidade de Campina Grande com armas e munições para confrontar os rivais, mas com informações que levantamos, fizemos essa ação que resultou na prisão dos acusados e evitou o tiroteio que eles planejaram promover aqui em Taperoá”, detalhou.

Os quatro presos na ação e todo o material apreendido foram levados para a Delegacia de Polícia Civil, em Teixeira.

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O Supremo Tribunal Federal (STF) divulgou há pouco o rito que será adotado durante a sessão desta terça-feira (15), que vai analisar o relatório da Polícia Federal sobre as conversas entre o ministro Alexandre de Moraes e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro.

De acordo com o procedimento definido pelo presidente do STF, ministro Edson Fachin, a sessão será aberta às 10h.

Em seguida, a secretária da sessão fará a leitura da ata da sessão anterior da Corte, e Fachin vai realizar as saudações de praxe a todos os ministros.

O ministro chamará o processo para julgamento e passará a palavra ao ministro André Mendonça, que fará a leitura do relatório. O caso chegou a Fachin após Mendonça, relator do Caso Master, informar sobre possíveis conversas entre Moraes e Daniel Vorcaro.

Depois, a palavra será dada à Procuradoria-Geral da República (PGR). Após a manifestação da procuradoria, a votação será iniciada.

O STF não confirmou se Alexandre de Moraes poderá participar da sessão.

O plenário também é composto pelos ministros Cristiano Zanin, Flávio Dino, Nunes Marques, Luiz Fux, Cármen Lúcia e Gilmar Mendes.

A participação de Dias Toffoli também não está confirmada. No início deste ano, Toffoli se declarou impedido de participar de julgamentos sobre o caso Master após a imprensa revelar que o ministro é dono de um resort que foi comprado por um fundo de investimentos ligado ao banco.

Mais cedo, o STF confirmou que a sessão da Corte terá transmissão ao vivo pela TV Justiça e pela internet. 

Agência Brasil