Polícia interrompe ‘rolezinho’ de motos e notifica mais de 10 condutores no Sertão da Paraíba

A Polícia Militar abordou um grupo com mais de 20 motociclistas que promoveram um ‘rolezinho’ com motos irregulares, inclusive praticando manobras perigosas, neste domingo (24), entre os municípios de Tavares e Imaculada, no Sertão da Paraíba. Duas motos foram apreendidas e mais de 10 condutores foram notificados por estarem sem carteira de habilitação, sem equipamentos de segurança obrigatório ou com o cano de escape alterado.

Os policiais da 5ª Companhia Independente da Polícia Militar (5ª CIPM) montaram uma operação assim que souberam que o grupo estava praticando o ‘rolezinho’ e flagrou as irregularidades. Todos os participantes foram abordados e tiveram os veículos e documentos verificados.

As motos recolhidas foram levadas para a sede do Destacamento Policial Militar (DPM) da cidade de Tavares, onde ficarão à disposição dos órgãos de trânsito.

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O Supremo Tribunal Federal (STF) divulgou há pouco o rito que será adotado durante a sessão desta terça-feira (15), que vai analisar o relatório da Polícia Federal sobre as conversas entre o ministro Alexandre de Moraes e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro.

De acordo com o procedimento definido pelo presidente do STF, ministro Edson Fachin, a sessão será aberta às 10h.

Em seguida, a secretária da sessão fará a leitura da ata da sessão anterior da Corte, e Fachin vai realizar as saudações de praxe a todos os ministros.

O ministro chamará o processo para julgamento e passará a palavra ao ministro André Mendonça, que fará a leitura do relatório. O caso chegou a Fachin após Mendonça, relator do Caso Master, informar sobre possíveis conversas entre Moraes e Daniel Vorcaro.

Depois, a palavra será dada à Procuradoria-Geral da República (PGR). Após a manifestação da procuradoria, a votação será iniciada.

O STF não confirmou se Alexandre de Moraes poderá participar da sessão.

O plenário também é composto pelos ministros Cristiano Zanin, Flávio Dino, Nunes Marques, Luiz Fux, Cármen Lúcia e Gilmar Mendes.

A participação de Dias Toffoli também não está confirmada. No início deste ano, Toffoli se declarou impedido de participar de julgamentos sobre o caso Master após a imprensa revelar que o ministro é dono de um resort que foi comprado por um fundo de investimentos ligado ao banco.

Mais cedo, o STF confirmou que a sessão da Corte terá transmissão ao vivo pela TV Justiça e pela internet. 

Agência Brasil