Polícia Federal faz operação para desarticular comércio de dinheiro falso na Paraíba

Uma operação foi deflagrada pela Polícia Federal na manhã desta quarta-feira (18), em Cabedelo, na Grande João Pessoa, para desarticular uma associação criminosa dedicada ao comércio de notas de dinheiro falsas na Paraíba. A ação cumpriu um mandado de busca e apreensão na residência do alvo da operação, que foi batizada Pecúnia, que é sinônimo de dinheiro ou moeda.

A investigação iniciou-se no meio do ano de 2019, a partir de denúncia anônima apresentada à Polícia Federal, no sentido de que determinadas pessoas estariam realizando a comercialização de cédulas falsas em grupos do aplicativo WhatsApp, e também pelas redes sociais.

Ainda de acordo com a PF, com o aprofundamento da investigação, uma pessoa foi presa em flagrante delito em outubro de 2019, quando recebia encomenda contendo mais de dois mil reais em moeda falsa, enviada da cidade de Mesquita, no Rio de Janeiro, com destino à Campina Grande.

O investigado vai responder pelos crimes de moeda falsa e associação criminosa. As penas somadas podem superar 13 anos de reclusão. Pelo menos 15 policiais federais participaram da operação que cumpriu o mandado de busca na casa de uma das pessoas apontadas como negociador das moedas falsas em Cabedelo.

G1 PB

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O Supremo Tribunal Federal (STF) divulgou há pouco o rito que será adotado durante a sessão desta terça-feira (15), que vai analisar o relatório da Polícia Federal sobre as conversas entre o ministro Alexandre de Moraes e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro.

De acordo com o procedimento definido pelo presidente do STF, ministro Edson Fachin, a sessão será aberta às 10h.

Em seguida, a secretária da sessão fará a leitura da ata da sessão anterior da Corte, e Fachin vai realizar as saudações de praxe a todos os ministros.

O ministro chamará o processo para julgamento e passará a palavra ao ministro André Mendonça, que fará a leitura do relatório. O caso chegou a Fachin após Mendonça, relator do Caso Master, informar sobre possíveis conversas entre Moraes e Daniel Vorcaro.

Depois, a palavra será dada à Procuradoria-Geral da República (PGR). Após a manifestação da procuradoria, a votação será iniciada.

O STF não confirmou se Alexandre de Moraes poderá participar da sessão.

O plenário também é composto pelos ministros Cristiano Zanin, Flávio Dino, Nunes Marques, Luiz Fux, Cármen Lúcia e Gilmar Mendes.

A participação de Dias Toffoli também não está confirmada. No início deste ano, Toffoli se declarou impedido de participar de julgamentos sobre o caso Master após a imprensa revelar que o ministro é dono de um resort que foi comprado por um fundo de investimentos ligado ao banco.

Mais cedo, o STF confirmou que a sessão da Corte terá transmissão ao vivo pela TV Justiça e pela internet. 

Agência Brasil