Polícia Civil prende suspeito de estupro contra próprio neto, na Paraíba

A Polícia Civil da Paraíba, por meio da Delegacia de Polícia Civil (DPC) de Pedras de Fogo, deu cumprimento a um mandado de prisão preventiva em desfavor de um homem investigado pela prática do crime de estupro de vulnerável, no município de Itambé. A ação policial contou com o apoio das equipes do 2º BPM/PMPE, Grupo Tático de Itambé e da Polícia Civil de Pernambuco.

De acordo com as informações apuradas durante a investigação, o Conselho Tutelar de Pedras de Fogo recebeu, em 30 de outubro de 2018, denúncias indicando que o investigado estaria praticando abusos sexuais contra o próprio neto, à época menor de idade. Conforme levantado nas investigações, os abusos teriam ocorrido de forma contínua desde que a vítima possuía cerca de 10 anos.

Segundo os autos, o suspeito se aproveitava da condição de avô paterno da vítima para cometer os crimes, utilizando dinheiro e presentes como forma de manipulação e manutenção do silêncio do menor.

Diante da gravidade dos fatos, e visando garantir a ordem pública, a conveniência da instrução criminal e a aplicação da lei penal, a Autoridade Policial representou pela prisão preventiva do investigado, sendo o pedido deferido pelo Poder Judiciário. Após diligências realizadas pelas equipes envolvidas na operação, o mandado de prisão foi devidamente cumprido. O investigado permanece à disposição da Justiça.

A Polícia Civil da Paraíba reforça seu compromisso no enfrentamento aos crimes contra crianças e adolescentes e destaca a importância da colaboração da população por meio de denúncias anônimas, que podem ser realizadas através do Disque 197, com garantia de absoluto sigilo.

De Olho no Cariri

Com MaisPB

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A campanha do candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva (PT) oficializou nesta terça-feira (13) o registro do endereço eletrônico do canal de WhatsApp conhecido como “Exército do Lula” no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

A anotação foi formalizada pelo Núcleo de Gerenciamento de Sistemas e Dados Partidários (NGDAP) da Secretaria Judiciária da Corte, após uma série de impasses e embates jurídicos envolvendo ordens de ministros do tribunal.

Após registrar o endereço do canal “Exército do Lula” no TSE, a defesa do presidente afirmou à Corte que a medida foi tomada apenas para cumprir uma determinação de Nunes Marques e que não significa assumir a administração do canal nem reconhecer que ele já integrasse a propaganda eleitoral da candidatura.

Segundo a defesa, o canal foi criado e é administrado pelo deputado André Janones e “não está sob a supervisão direta da campanha”.

Coordenado pelo deputado reeleito André Janones (Rede-MG), o canal tem mais de 4 milhões de inscritos. O objetivo é compartilhar áudios, vídeos e orientações para apoiadores do presidente Lula.

O canal de mensagens gerou embates no cenário político do segundo turno e virou alvo de disputas judiciais entre as campanhas.

A campanha de Flávio Bolsonaro (PL), adversário na corrida presidencial, havia questionado o uso da ferramenta, alegando a propagação de conteúdos de desinformação.

A disputa judicial se intensificou após decisões divergentes na cúpula da Justiça Eleitoral, resultando em uma determinação do presidente do TSE, ministro Kássio Nunes Marques, que exigiu a regularização formal da ferramenta e ordenou a suspensão das atividades até que o canal estivesse devidamente registrado.

Com o cumprimento da exigência e a anotação oficial do endereço eletrônico no sistema da Justiça Eleitoral, a campanha de Lula passa a assumir formalmente a responsabilidade pelas postagens e fluxos de comunicação veiculados na plataforma de mensagens.

Com Portal G1