Polícia Civil prende segundo suspeito do caso de tortura ao professor serra-branquense

A Polícia Civil por meio da Delegacia de Serra Branca, vinculada à 14 DSPC/Monteiro, cumpriu no final da manhã desta última segunda-feira(16), um mandado de prisão preventiva em desfavor de um serrabranquense de 21 anos.

Ele é o segundo suspeito de envolvimento preso pela prática de atos de tortura contra o professor de espanhol Luiz Carlos Rodrigues Alves, que foi agredido covardemente por um grupo de pessoas na cidade de Serra Branca, Cariri paraibano.

O primeiro suspeito do grupo de agressores foi preso no mesmo dia do crime, ocorrido no último dia 17 de fevereiro, na cidade de Serra Branca. Em uma ação conjunta que contou com apoio da Polícia Civil da cidade e também da Polícia Militar da cidade vizinha de São José dos Cordeiros. No carro do suspeito foram encontrados um chicote artesanal, uma barra de ferro e três pedaços de madeiras com punho. O suspeito e o material apreendido foram levados para a delegacia de Serra Branca.

Relembre o caso

Um professor de 45 anos foi raptado de casa, levado para um matagal e torturado por quatro homens, na tarde do dia 17 de fevereiro 2020, em Serra Branca, no Cariri do estado. Segundo a Polícia Militar, o crime aconteceu após um vídeo em que a vítima aparece praticando sexo oral em um homem na praça da cidade, durante a madrugada, ser compartilhado em redes sociais. Um suspeito foi preso e confessou que a agressão foi planejada como forma de “vingança” ao ato do professor. Os agressores poderão responder judicialmente pelos crimes de tentativa de homicídio, homofobia e tortura.

De Olho no Cariri

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O Supremo Tribunal Federal (STF) divulgou há pouco o rito que será adotado durante a sessão desta terça-feira (15), que vai analisar o relatório da Polícia Federal sobre as conversas entre o ministro Alexandre de Moraes e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro.

De acordo com o procedimento definido pelo presidente do STF, ministro Edson Fachin, a sessão será aberta às 10h.

Em seguida, a secretária da sessão fará a leitura da ata da sessão anterior da Corte, e Fachin vai realizar as saudações de praxe a todos os ministros.

O ministro chamará o processo para julgamento e passará a palavra ao ministro André Mendonça, que fará a leitura do relatório. O caso chegou a Fachin após Mendonça, relator do Caso Master, informar sobre possíveis conversas entre Moraes e Daniel Vorcaro.

Depois, a palavra será dada à Procuradoria-Geral da República (PGR). Após a manifestação da procuradoria, a votação será iniciada.

O STF não confirmou se Alexandre de Moraes poderá participar da sessão.

O plenário também é composto pelos ministros Cristiano Zanin, Flávio Dino, Nunes Marques, Luiz Fux, Cármen Lúcia e Gilmar Mendes.

A participação de Dias Toffoli também não está confirmada. No início deste ano, Toffoli se declarou impedido de participar de julgamentos sobre o caso Master após a imprensa revelar que o ministro é dono de um resort que foi comprado por um fundo de investimentos ligado ao banco.

Mais cedo, o STF confirmou que a sessão da Corte terá transmissão ao vivo pela TV Justiça e pela internet. 

Agência Brasil