Operação policial apreende arsenal de grosso calibre pertencente a quadrilha comandada por preso do PB1 em João Pessoa

A Secretaria da Segurança e da Defesa Social da Paraíba (Seds), por meio da Polícia Militar e da Polícia Civil, e ainda Polícia Federal, Ministério Público Estadual e Secretaria de Administração Penitenciária (Seap), apreenderam na noite desta quinta-feira (16), um arsenal de grosso calibre, no bairro de Mangabeira, em João Pessoa. A operação contou com o apoio do helicóptero da Polícia.

A Operação Coalizão apreendeu três fuzis 556, uma pistola com adaptador que a transformava em submetralhadora e munições de calibres 556 e 9 milímetros.

Três pessoas suspeitas de integrar o grupo também foram conduzidas à delegacia.

De acordo com as primeiras informações, o arsenal pertencia a uma  quadrilha responsável pela prática de crimes contra o patrimônio, tráfico e que seria comandada por um preso da unidade prisional Penitenciária de Segurança Máxima Doutor Romeu Gonçalves de Abrantes, o PB1, em João Pessoa.

Além disso, a quadrilha seria responsável por roubos a vigilantes da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), de outros órgãos públicos e de estabelecimentos comerciais, sempre com o objetivo de se tomar as armas das vítimas.

Já o tráfico acontecia na localidade conhecida como Torre de Babel, no bairro do Valentina Figueiredo, além de outras áreas da zona sul da cidade.

Todo o material apreendido e os suspeitos foram encaminhados à Central de Polícia Civil, no bairro do Geisel.

Click PB

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O Supremo Tribunal Federal (STF) divulgou há pouco o rito que será adotado durante a sessão desta terça-feira (15), que vai analisar o relatório da Polícia Federal sobre as conversas entre o ministro Alexandre de Moraes e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro.

De acordo com o procedimento definido pelo presidente do STF, ministro Edson Fachin, a sessão será aberta às 10h.

Em seguida, a secretária da sessão fará a leitura da ata da sessão anterior da Corte, e Fachin vai realizar as saudações de praxe a todos os ministros.

O ministro chamará o processo para julgamento e passará a palavra ao ministro André Mendonça, que fará a leitura do relatório. O caso chegou a Fachin após Mendonça, relator do Caso Master, informar sobre possíveis conversas entre Moraes e Daniel Vorcaro.

Depois, a palavra será dada à Procuradoria-Geral da República (PGR). Após a manifestação da procuradoria, a votação será iniciada.

O STF não confirmou se Alexandre de Moraes poderá participar da sessão.

O plenário também é composto pelos ministros Cristiano Zanin, Flávio Dino, Nunes Marques, Luiz Fux, Cármen Lúcia e Gilmar Mendes.

A participação de Dias Toffoli também não está confirmada. No início deste ano, Toffoli se declarou impedido de participar de julgamentos sobre o caso Master após a imprensa revelar que o ministro é dono de um resort que foi comprado por um fundo de investimentos ligado ao banco.

Mais cedo, o STF confirmou que a sessão da Corte terá transmissão ao vivo pela TV Justiça e pela internet. 

Agência Brasil