Justiça decreta prisão de sobrinho de Expedito Pereira e mais dois suspeitos da morte do ex-prefeito de Bayeux

A Justiça da Paraíba decretou a prisão, nesta quarta-feira (16), do sobrinho e mais duas pessoas suspeitas da morte do ex-prefeito de Bayeux, Expedito Pereira, no dia 09 de dezembro de 2020. O mandato foi expedito nesta quarta-feira (16) pelo juiz Marcos Willian de Oliveira, da 1ª  Vara do Tribunal do Júri de João Pessoa.

O mandado foi emitido para Ricardo Pereira – sobrinho de Expedito Pereira -, Gean Carlos, que trabalhou na campanha de Ricardo ao cargo de vereador nas eleições de 2020 em Bayeux e Leon, que já está preso desde sábado (12), mas pelo crime de estelionato e cujo mandado em aberto em vigor desde 2016.

O que já está preso confessou ter usado a moto no dia do crime. Ricardo Pereira se apresentou na tarde da última segunda-feira (14) e foi orientado pela defesa ficar calado. Gean Carlos compareceu, junto com seu advogado, no início da tarde de ontem. Também permaneceu calado ao ser questionado pelo delegado responsável pelo caso, Victor Melo.

Expedito Pereira foi assassinado no dia 09 de dezembro de 2020, na Avenida de Sapé, no bairro de Manaíra, na Capital. Conforme o ClickPB, apurou, além de prefeito de Bayeux, também foi vereador da mesma cidade e deputado estadual. Ele era médico gastroenterologista e clínico geral.

Ainda foi secretário municipal de Saúde de Santa Rita (1986-1988). Como vice-prefeito de Bayeux (1989-1993, PMDB), assumiu o mandato de prefeito em 1992 após a morte de Lourival Caetano. Prefeito eleito por dois mandatos de Bayeux (1997-2000, PRP-PB; 2001-2002, PMDB-PB). Suplente na legislatura 2007-2011, assumiu o mandato de deputado estadual em março de 2009 na vaga de Iraê Lucena, nomeada secretária estadual de Ação Governamental.

Click PB

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O Supremo Tribunal Federal (STF) divulgou há pouco o rito que será adotado durante a sessão desta terça-feira (15), que vai analisar o relatório da Polícia Federal sobre as conversas entre o ministro Alexandre de Moraes e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro.

De acordo com o procedimento definido pelo presidente do STF, ministro Edson Fachin, a sessão será aberta às 10h.

Em seguida, a secretária da sessão fará a leitura da ata da sessão anterior da Corte, e Fachin vai realizar as saudações de praxe a todos os ministros.

O ministro chamará o processo para julgamento e passará a palavra ao ministro André Mendonça, que fará a leitura do relatório. O caso chegou a Fachin após Mendonça, relator do Caso Master, informar sobre possíveis conversas entre Moraes e Daniel Vorcaro.

Depois, a palavra será dada à Procuradoria-Geral da República (PGR). Após a manifestação da procuradoria, a votação será iniciada.

O STF não confirmou se Alexandre de Moraes poderá participar da sessão.

O plenário também é composto pelos ministros Cristiano Zanin, Flávio Dino, Nunes Marques, Luiz Fux, Cármen Lúcia e Gilmar Mendes.

A participação de Dias Toffoli também não está confirmada. No início deste ano, Toffoli se declarou impedido de participar de julgamentos sobre o caso Master após a imprensa revelar que o ministro é dono de um resort que foi comprado por um fundo de investimentos ligado ao banco.

Mais cedo, o STF confirmou que a sessão da Corte terá transmissão ao vivo pela TV Justiça e pela internet. 

Agência Brasil