Homem é preso na Paraíba vendendo “garrafada” para curar coronavírus por R$ 100

Um homem foi preso em Santa Rita, na noite dessa quinta-feira (30), acusado de vender um falso medicamento com a promessa de curar Aids, câncer e covid-19. O produto, um tipo de ‘garrafada’, era vendido por R$ 100 o litro.

A ação, que teve o apoio do Ministério Público da Paraíba e Agência Estadual de Vigilância Sanitária, ocorreu no bairro de Marcos Moura, em Santa Rita.

Segundo a Polícia Civil, o homem de 49 anos vinha sendo investigado por equipes da Delegacia Seccional de Santa Rita por anunciar em redes sociais um falso medicamento feito à base de ervas.

Após obter ordens judiciais, os policiais civis realizaram buscas em um imóvel comercial usado pelo suspeito para a fabricação do falso medicamento.

No local foram encontrados vários insumos e utensílios usados na produção. O imóvel não possuía alvará de funcionamento e nem autorizações sanitárias para ser utilizado como local de fabricação de medicamentos.

O comércio foi interditado e o homem foi preso em flagrante delito e autuado por crime contra a saúde pública. O delito é considerado hediondo e a pena máxima é de 15 anos.

Ele foi conduzido para a carceragem da Central de Polícia Civil, em João Pessoa.

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O Supremo Tribunal Federal (STF) divulgou há pouco o rito que será adotado durante a sessão desta terça-feira (15), que vai analisar o relatório da Polícia Federal sobre as conversas entre o ministro Alexandre de Moraes e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro.

De acordo com o procedimento definido pelo presidente do STF, ministro Edson Fachin, a sessão será aberta às 10h.

Em seguida, a secretária da sessão fará a leitura da ata da sessão anterior da Corte, e Fachin vai realizar as saudações de praxe a todos os ministros.

O ministro chamará o processo para julgamento e passará a palavra ao ministro André Mendonça, que fará a leitura do relatório. O caso chegou a Fachin após Mendonça, relator do Caso Master, informar sobre possíveis conversas entre Moraes e Daniel Vorcaro.

Depois, a palavra será dada à Procuradoria-Geral da República (PGR). Após a manifestação da procuradoria, a votação será iniciada.

O STF não confirmou se Alexandre de Moraes poderá participar da sessão.

O plenário também é composto pelos ministros Cristiano Zanin, Flávio Dino, Nunes Marques, Luiz Fux, Cármen Lúcia e Gilmar Mendes.

A participação de Dias Toffoli também não está confirmada. No início deste ano, Toffoli se declarou impedido de participar de julgamentos sobre o caso Master após a imprensa revelar que o ministro é dono de um resort que foi comprado por um fundo de investimentos ligado ao banco.

Mais cedo, o STF confirmou que a sessão da Corte terá transmissão ao vivo pela TV Justiça e pela internet. 

Agência Brasil