Filho de vereador paraibano está entre os mortos do assalto a banco em Areia

Um dos seis suspeitos mortos na cidade de Areia, Brejo da Paraíba, na madrugada desta quarta-feira (17), durante troca de tiros com a polícia, foi identificado como Alexandre de Almeida Filho, também conhecido como “Xandinho”. Ele é de Esperança/PB e era filho do vereador da cidade, Alexandre de São Miguel, do distrito da zona rural da cidade.

A informação foi confirmada na tarde de hoje durante o programa Arapuan Verdade.

Além dele, outros cinco criminosos também foram executados ao reagir a ação da polícia. Quatro deles morreram ainda no local, outro morreu quando chegou ao hospital, e o sexto não resistiu e faleceu nesta manhã.

O grupo chegou à cidade fortemente armado para assaltar as agências bancárias do Banco do Brasil e da Caixa Econômica, mas foi surpreendido pelos militares.

Segundo informações, a Polícia já estava investigando esse grupo há pelo menos 15 dias, e inclusive já teria armado uma campana na última semana, mas a ação foi frustrada, pois os bandidos não apareceram, mas na madrugada desta quarta-feira, a Polícia conseguiu interceptar o bando.

Não houve prejuízos aos entes bancários, que funcionaram dentro da normalidade nesta manhã.

PB Agora

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O Supremo Tribunal Federal (STF) divulgou há pouco o rito que será adotado durante a sessão desta terça-feira (15), que vai analisar o relatório da Polícia Federal sobre as conversas entre o ministro Alexandre de Moraes e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro.

De acordo com o procedimento definido pelo presidente do STF, ministro Edson Fachin, a sessão será aberta às 10h.

Em seguida, a secretária da sessão fará a leitura da ata da sessão anterior da Corte, e Fachin vai realizar as saudações de praxe a todos os ministros.

O ministro chamará o processo para julgamento e passará a palavra ao ministro André Mendonça, que fará a leitura do relatório. O caso chegou a Fachin após Mendonça, relator do Caso Master, informar sobre possíveis conversas entre Moraes e Daniel Vorcaro.

Depois, a palavra será dada à Procuradoria-Geral da República (PGR). Após a manifestação da procuradoria, a votação será iniciada.

O STF não confirmou se Alexandre de Moraes poderá participar da sessão.

O plenário também é composto pelos ministros Cristiano Zanin, Flávio Dino, Nunes Marques, Luiz Fux, Cármen Lúcia e Gilmar Mendes.

A participação de Dias Toffoli também não está confirmada. No início deste ano, Toffoli se declarou impedido de participar de julgamentos sobre o caso Master após a imprensa revelar que o ministro é dono de um resort que foi comprado por um fundo de investimentos ligado ao banco.

Mais cedo, o STF confirmou que a sessão da Corte terá transmissão ao vivo pela TV Justiça e pela internet. 

Agência Brasil