Explosivos que seriam usados em ataques a bancos são apreendidos na Paraíba

A Polícia Militar apreendeu uma carga de explosivos, no fim da noite dessa segunda-feira (20), após interceptar um carro na Avenida Marechal Floriano Peixoto, no centro de Campina Grande. A suspeita é de que o material seria usado em ataques a bancos, na região.

No veículo, os policiais da Força Regional do Comando de Policiamento Regional I (CPR-I) encontraram 18 bananas de dinamite, cordéis detonantes, espoletas, estopim e oito quilos de explosivo com alto poder destrutivo.

O carro foi abordado durante reforço da segurança que as equipes realizavam na cidade, dentro das atividades da Operação Tiradentes. O suspeito, ao perceber a presença da PM, realizou uma manobra arriscada com o veículo para tentar fugir, mas acabou interceptado. Ele apresentava bastante nervosismo quando foi parado e os policiais desconfiaram de que o carro estaria com algum material ilegal, o que foi confirmado durante revista no banco de trás, onde estava um pacote com todo o explosivo.

O preso foi apresentado na Central de Polícia Civil, em Campina Grande. Os artefatos explosivos foram desativados pela equipe do Grupamento de Ações Táticas Especiais (GATE) da Polícia Militar, antes de serem levados para a delegacia.

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O Supremo Tribunal Federal (STF) divulgou há pouco o rito que será adotado durante a sessão desta terça-feira (15), que vai analisar o relatório da Polícia Federal sobre as conversas entre o ministro Alexandre de Moraes e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro.

De acordo com o procedimento definido pelo presidente do STF, ministro Edson Fachin, a sessão será aberta às 10h.

Em seguida, a secretária da sessão fará a leitura da ata da sessão anterior da Corte, e Fachin vai realizar as saudações de praxe a todos os ministros.

O ministro chamará o processo para julgamento e passará a palavra ao ministro André Mendonça, que fará a leitura do relatório. O caso chegou a Fachin após Mendonça, relator do Caso Master, informar sobre possíveis conversas entre Moraes e Daniel Vorcaro.

Depois, a palavra será dada à Procuradoria-Geral da República (PGR). Após a manifestação da procuradoria, a votação será iniciada.

O STF não confirmou se Alexandre de Moraes poderá participar da sessão.

O plenário também é composto pelos ministros Cristiano Zanin, Flávio Dino, Nunes Marques, Luiz Fux, Cármen Lúcia e Gilmar Mendes.

A participação de Dias Toffoli também não está confirmada. No início deste ano, Toffoli se declarou impedido de participar de julgamentos sobre o caso Master após a imprensa revelar que o ministro é dono de um resort que foi comprado por um fundo de investimentos ligado ao banco.

Mais cedo, o STF confirmou que a sessão da Corte terá transmissão ao vivo pela TV Justiça e pela internet. 

Agência Brasil