Ex-presidente do PSB na Paraíba é preso em nova fase da Operação Calvário

O ex-presidente estadual do PSB na Paraíba, Edvaldo Rosas (foto) e o empresário Pietro Arlen Félix foram presos na manhã desta quinta-feira (04) , em João Pessoa, em novas fase da Operação Calvário, denominada de “A Origem”, que busca investigar desta vez, fraudes e desvios de recursos no setor de Educação, na gestão do ex-governador do Estado, Ricardo Coutinho (PSB).

O mandado de prisão preventiva foi também para o empresário Coriolano Coutinho, irmão do ex-governador socialista, que já está cumprindo prisão na Capital do Estado ainda decorrente do início da Operação Calvário deflagrada em 2018.

A Operação está sendo realizada em duas fases 11ª e 12ª , que estão acontecendo ao mesmo tempo em conjunto com o GAECO, TCE, CGU, Ministério Público Federal, Receita Estadual, Polícias Civil e Militar. São 28 mandados de busca e apreensão e três prisões e  as diligências envolvem além de João Pessoa, os municípios de Campina Grande e Taperoá, na Paraíba.

Com PB Online

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O Supremo Tribunal Federal (STF) divulgou há pouco o rito que será adotado durante a sessão desta terça-feira (15), que vai analisar o relatório da Polícia Federal sobre as conversas entre o ministro Alexandre de Moraes e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro.

De acordo com o procedimento definido pelo presidente do STF, ministro Edson Fachin, a sessão será aberta às 10h.

Em seguida, a secretária da sessão fará a leitura da ata da sessão anterior da Corte, e Fachin vai realizar as saudações de praxe a todos os ministros.

O ministro chamará o processo para julgamento e passará a palavra ao ministro André Mendonça, que fará a leitura do relatório. O caso chegou a Fachin após Mendonça, relator do Caso Master, informar sobre possíveis conversas entre Moraes e Daniel Vorcaro.

Depois, a palavra será dada à Procuradoria-Geral da República (PGR). Após a manifestação da procuradoria, a votação será iniciada.

O STF não confirmou se Alexandre de Moraes poderá participar da sessão.

O plenário também é composto pelos ministros Cristiano Zanin, Flávio Dino, Nunes Marques, Luiz Fux, Cármen Lúcia e Gilmar Mendes.

A participação de Dias Toffoli também não está confirmada. No início deste ano, Toffoli se declarou impedido de participar de julgamentos sobre o caso Master após a imprensa revelar que o ministro é dono de um resort que foi comprado por um fundo de investimentos ligado ao banco.

Mais cedo, o STF confirmou que a sessão da Corte terá transmissão ao vivo pela TV Justiça e pela internet. 

Agência Brasil