Delegado esclarece arquivamento de inquérito sobre desaparecimento de jovem em Serra Branca

A Polícia Civil da Paraíba, por meio da 14ª Delegacia Seccional de Polícia Civil do Cariri, prestou esclarecimentos sobre o arquivamento do inquérito que investigava o desaparecimento do jovem Cleiton Silva Souto, ocorrido em novembro de 2025, no município de Serra Branca.

De acordo com a Polícia Civil, o arquivamento ocorreu por determinação do Ministério Público, após a análise das investigações realizadas. Durante o trabalho investigativo, foram feitas diligências, oitivas, buscas e perícias em aparelhos celulares, além da apuração das diferentes linhas levantadas ao longo do caso.

Segundo os esclarecimentos, apesar das medidas adotadas, até o momento não foram encontrados elementos suficientes que comprovassem que Cleiton tenha sido vítima de homicídio ou sequestro. Também não teriam surgido provas capazes de fundamentar o indiciamento de um possível suspeito ou o oferecimento de denúncia.

Diante da ausência de novos elementos e após o esgotamento das diligências consideradas possíveis nesta fase da investigação, o Ministério Público determinou o arquivamento do inquérito.

O delegado seccional de Polícia Civil, Dr. Renato Anderson, ressaltou que a decisão pelo arquivamento não partiu da Polícia Civil.

“O arquivamento do processo não foi uma decisão da Polícia Civil, mas uma determinação do Ministério Público. Todas as linhas de investigação apontadas foram seguidas e tudo o que foi possível fazer até o momento foi realizado no sentido de buscar esclarecer o desaparecimento do jovem”, explicou o delegado.

A Polícia Civil também esclareceu que o arquivamento não impede que o caso volte a ser investigado caso surjam novas informações ou evidências relevantes. Havendo novos elementos que possam contribuir para a elucidação do desaparecimento, poderá ser solicitada a reabertura da investigação.

O caso de Cleiton Silva Souto mobilizou as autoridades e a população de Serra Branca desde o seu desaparecimento, em novembro de 2025, e permanece sem esclarecimento definitivo até o momento.

De Olho no Cariri

Com Rádio Cidade

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A juíza Silse Maria da Nóbrega Torres, plantonista da 1ª Vara de Garantias de João Pessoa, concedeu, neste sábado (22), liberdade provisória a Romero Andrade, suspeito de ameaçar o ex-governador Ricardo Coutinho, na Praça da Paz, na capital. Na decisão a magistrada entendeu que o delito praticado pelo acusado “foi sem violência ou grave ameaça”.

“Da análise dos fatos narrados, vê-se que o delito imputado foi praticado sem violência ou grave ameaça, o custodiado é primário, possui residência fixa, trabalho regular e vínculos familiares. Assim, não há prejuízo ao andamento do processo ou à aplicação da lei penal, nem motivos para decretação de prisão preventiva ou proibição expressa que impeça a concessão da medida”, frisou a juíza na decisão.

Apesar de mandar soltar, a magistrada proibiu Romero de mudar de endereço, lhe restringiu de se aproximar 300 metros do comitê do PT, localizado na Praça da Paz, e 500 metros do candidato a deputado federal Ricardo Coutinho.

Romero Andrade deverá comprovar à Justiça, no prazo máximo de 10 dias, que cumpriu e está cumprindo as medidas impostas.

De Olho no Cariri

Com MaisPB