Ricardo Barbosa desiste da candidatura a deputado federal para coordenar a campanha de Aguinaldo

No fim da tarde deste domingo (23), o ex-deputado estadual, Ricardo Barbosa (PP), utilizou as redes sociais para anunciar a desistência da candidatura a deputado federal. O anúncio foi feito em um vídeo onde Ricardo está acompanhado do deputado federal Aguinaldo Ribeiro, também do PP.

A renúncia de Ricardo Barbosa na disputa por uma vaga na Câmara se dá justamente para coordenar a campanha de Aguinaldo Ribeiro, que concorre a mais um mandato em Brasília.

Nas palavras de Ricardo Barbosa, desde a sua entrada no PP, em abril deste ano, ele buscou “compreender onde poderia ser mais útil neste momento”. Mesmo com a candidatura a deputado federal registrada, ele recebeu o convite para coordenar a campanha de Aguinaldo e contribuir ativamente no projeto de reeleição de Lucas Ribeiro.

“Foi nesse processo que recebi, reiteradamente, do deputado e amigo Aguinaldo Ribeiro, o convite para assumir uma nova missão: contribuir diretamente na coordenação de sua campanha à reeleição e colocar minha experiência política também a serviço da campanha pela continuidade do projeto liderado pelo governador Lucas Ribeiro. Aceitei! Portanto, anuncio hoje que não disputarei uma cadeira na Câmara Federal nas eleições deste ano”, diz a nota divulgada por Ricardo Barbosa.

Ricardo Barbosa concorreu à Câmara Federal em 2022. Na época, ainda estava no PSB. Ele recebeu 63.777 votos, sendo o 13º mais votado e ficando na primeira suplência da legenda. Naquele pleito, Gervásio Maia foi o único deputado eleito pelo PSB.

De Olho no Cariri

Com Portal da Capital

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O Supremo Tribunal Federal (STF) divulgou há pouco o rito que será adotado durante a sessão desta terça-feira (15), que vai analisar o relatório da Polícia Federal sobre as conversas entre o ministro Alexandre de Moraes e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro.

De acordo com o procedimento definido pelo presidente do STF, ministro Edson Fachin, a sessão será aberta às 10h.

Em seguida, a secretária da sessão fará a leitura da ata da sessão anterior da Corte, e Fachin vai realizar as saudações de praxe a todos os ministros.

O ministro chamará o processo para julgamento e passará a palavra ao ministro André Mendonça, que fará a leitura do relatório. O caso chegou a Fachin após Mendonça, relator do Caso Master, informar sobre possíveis conversas entre Moraes e Daniel Vorcaro.

Depois, a palavra será dada à Procuradoria-Geral da República (PGR). Após a manifestação da procuradoria, a votação será iniciada.

O STF não confirmou se Alexandre de Moraes poderá participar da sessão.

O plenário também é composto pelos ministros Cristiano Zanin, Flávio Dino, Nunes Marques, Luiz Fux, Cármen Lúcia e Gilmar Mendes.

A participação de Dias Toffoli também não está confirmada. No início deste ano, Toffoli se declarou impedido de participar de julgamentos sobre o caso Master após a imprensa revelar que o ministro é dono de um resort que foi comprado por um fundo de investimentos ligado ao banco.

Mais cedo, o STF confirmou que a sessão da Corte terá transmissão ao vivo pela TV Justiça e pela internet. 

Agência Brasil