Acusado de agredir a pedradas duas irmãs em Gurjão é preso e fica a disposição da Justiça

O homem suspeito de agredir duas mulheres a pedradas na cidade de Gurjão, no Cariri da Paraíba, foi preso na madrugada desta sexta-feira (30). De acordo com o delegado Gilson Duarte, que acompanha o caso, o suspeito, de 34 anos, foi detido após um mandado de prisão expedido pela Justiça.

O caso aconteceu no último sábado (24) na zona rural de Gurjão. Uma das vítimas, de 23 anos, foi agredida com várias pedradas na cabeça e precisou ser socorrida para o Hospital de Emergência e Trauma de Campina Grande. Já a irmã dela, de 19 anos, também sofreu escoriações pelo corpo.

Segundo o delegado, na tarde desta quinta-feira (29), o suspeito, que estava foragido desde o dia do crime, se apresentou na Delegacia de Gurjão com um advogado, mas como não havia flagrante e ainda não tinha mandado de prisão contra ele, ele foi ouvido e liberado. Mas, durante a noite, a Justiça expediu o mandado e os policiais conseguiram prender ele na manhã desta sexta.

“As agressões foram bastante incisivas, de maneira cruel. E o acusado teria praticado repetidas agressões com uma pedra na face da vítima e teria também agredido a irmã da vítima”, disse o delegado Gilson Duarte.

O suspeito foi encaminhado para a Delegacia de Serra Branca, onde permanece à disposição da Justiça. Na manhã desta sexta-feira (30), o Hospital de Trauma de Campina informou que a vítima de 23 anos continua internada em um leito de UTI, respirando sem ajuda de aparelhos, mas o estado de saúde dela permanece grave.

Vítima e irmã foram agredidas no sábado 

De acordo com a polícia, o homem mantinha um relacionamento extraconjugal com a vítima de 24 anos. Na noite do sábado (24), ao saber que a mulher iria participar de um evento de vaquejada, ele decidiu ir atrás dela e pedir explicações. Após discussão entre eles, o suspeito teria apedrejado a mulher e a irmã dela.

O crime aconteceu por volta das 21h. Ainda conforme a polícia, após as agressões o homem roubou a moto das vitimas e fugiu em direção ao Sítio Quixaba, zona rural de Gurjão, na Paraíba.

As vítimas foram atendidas inicialmente no hospital do município de Gurjão, mas pela gravidade dos ferimentos da mulher de 23 anos, ela foi transferida para o Hospital de Emergência e Trauma de Campina Grande. A irmã dela, de 19 anos, foi atendida e recebeu alta médica.

De Olho no Cariri

G1 PB

COMPARTILHE ESSA NOTÍCIA

Facebook
WhatsApp
Print

O Supremo Tribunal Federal (STF) divulgou há pouco o rito que será adotado durante a sessão desta terça-feira (15), que vai analisar o relatório da Polícia Federal sobre as conversas entre o ministro Alexandre de Moraes e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro.

De acordo com o procedimento definido pelo presidente do STF, ministro Edson Fachin, a sessão será aberta às 10h.

Em seguida, a secretária da sessão fará a leitura da ata da sessão anterior da Corte, e Fachin vai realizar as saudações de praxe a todos os ministros.

O ministro chamará o processo para julgamento e passará a palavra ao ministro André Mendonça, que fará a leitura do relatório. O caso chegou a Fachin após Mendonça, relator do Caso Master, informar sobre possíveis conversas entre Moraes e Daniel Vorcaro.

Depois, a palavra será dada à Procuradoria-Geral da República (PGR). Após a manifestação da procuradoria, a votação será iniciada.

O STF não confirmou se Alexandre de Moraes poderá participar da sessão.

O plenário também é composto pelos ministros Cristiano Zanin, Flávio Dino, Nunes Marques, Luiz Fux, Cármen Lúcia e Gilmar Mendes.

A participação de Dias Toffoli também não está confirmada. No início deste ano, Toffoli se declarou impedido de participar de julgamentos sobre o caso Master após a imprensa revelar que o ministro é dono de um resort que foi comprado por um fundo de investimentos ligado ao banco.

Mais cedo, o STF confirmou que a sessão da Corte terá transmissão ao vivo pela TV Justiça e pela internet. 

Agência Brasil