Sistema do TSE registra primeiras candidaturas na Paraíba

Os primeiros registros de candidatura para a Eleição 2026 na Paraíba já começam a aparecer no sistema do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) nesta quinta-feira (30). Até o momento da publicação desta matéria, 11 candidatos ao cargo de deputado federal já constam no sistema e estão com seus dados disponíveis aos eleitores, como nome de urna e número, foto, dados pessoais e declaração de bens.

Os estreantes do Divulgacand, o sistema de registro de candidaturas do TSE, na Paraíba são os candidatos do Podemos. São quatro mulheres e sete homens compondo a nominata do partido.

Dentre os postulantes ao cargo estão os dois deputados federais Romero Rodrigues e Ruy Carneiro, que buscam reeleição, e outros nomes já conhecidos, como Silvia da Pesca, Léo Gadelha, Sandra Marrocos, Sara Cabral, Amanda CSI e Jacó Maciel.

A convenção do Podemos aconteceu no dia 24 de julho e oficializou as candidaturas para deputado federal pela legenda. O partido ainda decidiu integrar a chapa majoritária comandada pelo Progressistas, de Lucas Ribeiro.

O prazo para o registro de candidaturas começa a contar a partir da realização da convenção partidária. Neste ano de 2026, o prazo final para convenções acontece no dia 5 de agosto. Já a data limite para o registro de candidaturas está formalizada para o dia 15 de agosto, de acordo com o calendário eleitoral.

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O Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB), por meio da Diretoria de Tecnologia da Informação (Ditec), e o Hemocentro da Paraíba estão desenvolvendo o DNA Jus, uma solução tecnológica que pretende tornar mais rápido, seguro e eficiente o fluxo de realização de exames de DNA solicitados pela Justiça. Nesta quarta-feira (16), representantes das duas instituições se reuniram para alinhar detalhes do projeto e avançar na construção do sistema.

Atualmente, a solicitação e o agendamento dos exames envolvem procedimentos realizados de forma manual entre o Judiciário e o Hemocentro. A proposta do DNA Jus é concentrar as etapas em uma única plataforma, permitindo que o magistrado faça a solicitação e o agendamento da coleta, acompanhe o procedimento e tenha acesso ao laudo de forma digital e sigilosa.

O juiz auxiliar da Presidência do TJPB, Fábio Araújo, explicou que a ferramenta foi pensada para simplificar o fluxo e reduzir o tempo de tramitação dos processos relacionados aos exames. Segundo ele, embora exista um tempo médio para a realização dos procedimentos, fatores específicos de cada caso podem interferir nos prazos.

“A ideia é facilitar a marcação, o agendamento e a coleta do material biológico e, consequentemente, a entrega dos resultados. Com um fluxo mais rápido e organizado, esperamos encurtar esse tempo, reduzindo circunstâncias externas que possam prejudicar o bom andamento dos procedimentos”, afirmou.

A previsão é que o sistema seja apresentado no dia 16 de novembro de 2026. A partir daí, a expectativa é disponibilizar a solução para utilização pelos magistrados e pelo Hemocentro.

De acordo com o diretor da Ditec, Daniel Melo, o DNA Jus está sendo desenvolvido pelo Tribunal de Justiça a partir dos requisitos levantados junto ao Hemocentro. A proposta é substituir o atual fluxo manual, realizado principalmente por e-mail, por uma plataforma integrada.

“O DNA Jus surgiu da necessidade de modernizar o processo atual, que é feito de forma manual e pode gerar atrasos e burocracia. Estamos criando uma solução para unificar todo o fluxo de trabalho, otimizando tempo e prazos e entregando o resultado com maior eficiência à população”, explicou.

Na prática, o magistrado poderá acessar a plataforma ao identificar a necessidade de um exame de DNA, escolher o laboratório ou posto de coleta, fazer o agendamento e comunicar as partes envolvidas. As etapas seguintes, incluindo a coleta do material biológico e a geração do laudo, também serão gerenciadas pelo sistema.

O Hemocentro terá participação central no funcionamento da plataforma, sendo responsável pela coleta e pelo processamento do material biológico e pela elaboração dos laudos. Para o diretor-geral do Hemocentro da Paraíba, José de Paiva Gadelha Neto, a ferramenta também representa um avanço em segurança e sigilo das informações.

“A reunião foi muito importante para modernizar a forma como as pessoas terão acesso ao resultado final dos exames de DNA. Com o novo sistema, o próprio magistrado poderá marcar a data da coleta das partes interessadas, o que representa ganho de tempo e segurança. E um dos pontos mais importantes é o sigilo, já que apenas o magistrado terá acesso final ao laudo”, destacou.

DE OLHO NO CARIRI

Por Ludmila Costa – Comunicação TJPB