‘Indicação da vice de Efraim não pode ser imposição para Bruno’, diz Cabo Gilberto

O deputado federal Cabo Gilberto (PL) disse, nesta quarta-feira (22), que não pode existir uma “imposição” para o prefeito de Campina Grande, Bruno Cunha Lima (União), indicar a vaga de vice do senador Efraim Filho (PL) na disputa pelo Governo do Estado.

“Obviamente é um apoio importantíssimo que é a máquina, a estrutura da cidade de Campina Grande, é a segunda maior cidade, mas não pode ter imposição. Política com imposição já começa errado. Mas obviamente, nós iremos também ouvir o prefeito se porventura a esposa dele não for a vice”, citou o parlamentar.

O senador Efraim já externou o desejo de contar com a primeira-dama da Rainha da Borborema, Juliana Cunha Lima, na chapa que disputará o governo pelo PL.

Bruno Cunha Lima, por sua vez, trata o convite com gratidão, mas frisa que a decisão será anunciada depois de um período de reflexão do casal, que aguarda um filho. A demora do gestor, no entanto, tem incomodado aliados de Efraim.

MaisPB

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A Polícia Federal cumpriu, nesta quinta-feira (13), 17 mandados de busca e apreensão para endereços na Paraíba, São Paulo, Sergipe, Rio de Janeiro e Paraná. A Operação Arena foi autorizada pela 4ª Vara Federal da Paraíba e determinou o sequestro de bens e valores de até R$ 1,1 bilhão de empresas investigadas, entre elas, a PixBet, plataforma paraibana de apostas, suspeita de ocultação da origem e movimentação de recursos faturados com jogos de azar e apostas esportivas.

Na Operação Arena, a Justiça determinou quebras de sigilos bancário e telemático. Conforme a Polícia Federal, os suspeitos usaram empresas e estruturas financeiras fora do país  para movimentar recursos ilegais. A PF quer saber a origem para foi o dinheiro.

Segundo as investigações, foram identificadas movimentações financeiras suspeitas superiores a R$ 2 bilhões entre 2022 e 2025.

A Operação congrega uma força-tarefa formada por Ministério Público Federal, Polícia Federal, Receita Federal e Secretaria de Prêmios e Apostas do Ministério da Fazenda.

Os investigados devem responder criminalmente por evasão de divisas, lavagem de dinheiro e crimes contra o Sistema Financeiro Nacional.

A Polícia Federal explicou como se dá a operação dos recursos faturados ilegalmente. Confira abaixo:

Com Mais PB