Tovar admite divisão da oposição e vê reunificação apenas após eleições

O deputado estadual Tovar Correia Lima (MDB) afirmou nesta terça-feira (21) que considera difícil uma reunificação das forças de oposição na disputa pelo Governo da Paraíba em 2026. Segundo ele, os grupos já definiram seus caminhos e o momento é de consolidar as posições assumidas.

Tovar reconheceu a divisão da oposição após Bruno Cunha Lima (União Brasil) declarar apoio ao senador Efraim Filho (PL), enquanto ele, Romero Rodrigues e outros integrantes da oposição seguem apoiando Cícero Lucena (MDB).

Para o deputado, uma reaproximação entre os grupos pode acontecer após o processo eleitoral, especialmente nas articulações para as eleições municipais de 2028, com foco em Campina Grande.

“Bruno teve a coerência de acompanhar Efraim. Nós estamos acompanhando Cícero Lucena, inclusive apoiando o nome de Diogo Cunha Lima para vice. Essa é uma discussão que precisa ser amadurecida no pós-campanha para que possamos focar em Campina Grande com diálogo, principalmente com Bruno”, afirmou.

Com PB Agora

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A Polícia Federal cumpriu, nesta quinta-feira (13), 17 mandados de busca e apreensão para endereços na Paraíba, São Paulo, Sergipe, Rio de Janeiro e Paraná. A Operação Arena foi autorizada pela 4ª Vara Federal da Paraíba e determinou o sequestro de bens e valores de até R$ 1,1 bilhão de empresas investigadas, entre elas, a PixBet, plataforma paraibana de apostas, suspeita de ocultação da origem e movimentação de recursos faturados com jogos de azar e apostas esportivas.

Na Operação Arena, a Justiça determinou quebras de sigilos bancário e telemático. Conforme a Polícia Federal, os suspeitos usaram empresas e estruturas financeiras fora do país  para movimentar recursos ilegais. A PF quer saber a origem para foi o dinheiro.

Segundo as investigações, foram identificadas movimentações financeiras suspeitas superiores a R$ 2 bilhões entre 2022 e 2025.

A Operação congrega uma força-tarefa formada por Ministério Público Federal, Polícia Federal, Receita Federal e Secretaria de Prêmios e Apostas do Ministério da Fazenda.

Os investigados devem responder criminalmente por evasão de divisas, lavagem de dinheiro e crimes contra o Sistema Financeiro Nacional.

A Polícia Federal explicou como se dá a operação dos recursos faturados ilegalmente. Confira abaixo:

Com Mais PB