Prefeitura de Sumé fortalece parceria com agricultores familiares para ampliar oferta de alimentos agroecológicos

O prefeito Manezinho Lourenço esteve reunido nesta quinta-feira (06) com o presidente da Associação dos Produtores Familiares Agroecológicos de Sumé, José Maria, com o membro, Hermes da Costa, juntamente com a professora do Centro Acadêmico de Educação do Campo, Carol Figueiredo, e os estagiários articuladores Miguel Ângelo, Artur Nunes e Alex Gomes, visando discutir novas  propostas de parcerias entre a Associação e a Prefeitura.

Na pauta, foi tratada sobre a possibilidade do fornecimento de produtos agroecológicos para a merenda escolar da rede municipal de ensino e Hospital, fortalecendo a agricultura familiar e os pequenos produtores da Associação.

Também foi discutido sobre o espaço da feira agroecológica, do suporte para a obtenção da sede da associação e de temas da área da Educação, como a possibilidade da abertura de um curso de Pedagogia na UFCG,que já se encontra no MEC para validação, uma vez que já fora aprovado em todas as instâncias da UFCG desde 2025. O prefeito Manezinho reiterou seu apoio e interesse do município na abertura do curso, estabelecendo contatos em prol desse objetivo.

DE OLHO NO CARIRI

Ascom

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A Polícia Civil da Paraíba, por meio do Grupo Tático Especial (GTE) da 23ª Delegacia Seccional de Polícia Civil (DSPC), deflagrou, nesse domingo (11), a Operação Oplotheke, com o cumprimento de mandado de busca e apreensão no município de Soledade.

A ação faz parte de uma investigação sobre a destinação do acervo de armas de fogo de um atirador desportivo, caçador e colecionador (CAC) falecido recentemente.

De acordo com as investigações, o filho do falecido, um advogado que reside no município, mantinha armas e munições sob sua guarda sem a devida comunicação do óbito aos órgãos competentes ou a adoção das providências legais para a destinação do armamento.

Durante as buscas na residência do investigado, os policiais civis apreenderam duas espingardas, sendo uma calibre 12, registrada em nome do falecido; e outra com a numeração suprimida. Também foram encontradas diversas munições de uso restrito, incluindo calibres 762, 9 mm, .357 Magnum e .45 ACP, além de munições de calibres .380, 12 e .22 e insumos para recarga.

Dos aproximadamente dez armamentos cadastrados em nome do falecido junto à Polícia Federal, apenas uma arma foi localizada durante a ação. O paradeiro das demais armas e a origem das munições apreendidas seguem sob investigação.

O advogado foi preso em flagrante por posse irregular de arma de fogo com numeração suprimida e munições de uso restrito. Em razão da condição profissional, a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) foi formalmente comunicada para acompanhar o procedimento, assegurando as prerrogativas legais da advocacia. Diante das circunstâncias da ocorrência, não foi arbitrada fiança na esfera policial.

O nome da operação, Oplotheke, tem origem grega e remete à ideia de depósito ou arsenal de armas, em referência ao conjunto de armamentos e munições mantido irregularmente e apreendido durante a ação policial.

Acervo de armas de fogo de CAC

O administrador da herança ou inventariante tem o prazo de 90 dias para comunicar o óbito do CAC (Caçadores, Atiradores e Colecionadores) à Polícia Federal ou ao Exército Brasileiro. 

A arma deve permanecer sob a guarda do administrador ou curador em um local seguro, mas ela não pode ser usada ou portada por herdeiros sem a devida regularização. Manter arma registrada em nome de falecido sem processo sucessório é crime (Art. 12 do Estatuto do Desarmamento, conforme entendimento do STJ).

De Olho no Cariri

Com ClickPB