Prefeitura de Sumé fortalece parceria com agricultores familiares para ampliar oferta de alimentos agroecológicos

O prefeito Manezinho Lourenço esteve reunido nesta quinta-feira (06) com o presidente da Associação dos Produtores Familiares Agroecológicos de Sumé, José Maria, com o membro, Hermes da Costa, juntamente com a professora do Centro Acadêmico de Educação do Campo, Carol Figueiredo, e os estagiários articuladores Miguel Ângelo, Artur Nunes e Alex Gomes, visando discutir novas  propostas de parcerias entre a Associação e a Prefeitura.

Na pauta, foi tratada sobre a possibilidade do fornecimento de produtos agroecológicos para a merenda escolar da rede municipal de ensino e Hospital, fortalecendo a agricultura familiar e os pequenos produtores da Associação.

Também foi discutido sobre o espaço da feira agroecológica, do suporte para a obtenção da sede da associação e de temas da área da Educação, como a possibilidade da abertura de um curso de Pedagogia na UFCG,que já se encontra no MEC para validação, uma vez que já fora aprovado em todas as instâncias da UFCG desde 2025. O prefeito Manezinho reiterou seu apoio e interesse do município na abertura do curso, estabelecendo contatos em prol desse objetivo.

DE OLHO NO CARIRI

Ascom

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A Polícia Federal cumpriu, nesta quinta-feira (13), 17 mandados de busca e apreensão para endereços na Paraíba, São Paulo, Sergipe, Rio de Janeiro e Paraná. A Operação Arena foi autorizada pela 4ª Vara Federal da Paraíba e determinou o sequestro de bens e valores de até R$ 1,1 bilhão de empresas investigadas, entre elas, a PixBet, plataforma paraibana de apostas, suspeita de ocultação da origem e movimentação de recursos faturados com jogos de azar e apostas esportivas.

Na Operação Arena, a Justiça determinou quebras de sigilos bancário e telemático. Conforme a Polícia Federal, os suspeitos usaram empresas e estruturas financeiras fora do país  para movimentar recursos ilegais. A PF quer saber a origem para foi o dinheiro.

Segundo as investigações, foram identificadas movimentações financeiras suspeitas superiores a R$ 2 bilhões entre 2022 e 2025.

A Operação congrega uma força-tarefa formada por Ministério Público Federal, Polícia Federal, Receita Federal e Secretaria de Prêmios e Apostas do Ministério da Fazenda.

Os investigados devem responder criminalmente por evasão de divisas, lavagem de dinheiro e crimes contra o Sistema Financeiro Nacional.

A Polícia Federal explicou como se dá a operação dos recursos faturados ilegalmente. Confira abaixo:

Com Mais PB