Polícias Civil e Militar apreendem adolescentes envolvidos nas mortes de ex-vereador e do pai no Cariri

As Polícias Civil e Militar da Paraíba apreenderam dois adolescentes suspeitos de participação no duplo latrocínio que vitimou o ex-vereador José Samuel Barbosa Campos e seu pai, Luciano de Aguiar Campos, no último dia 16 de maio, no Sítio Barriguda, zona rural do município de Barra de Santana, no Cariri paraibano.

A ação foi realizada pela Polícia Civil, através da 11ª Delegacia Seccional de Polícia Civil (11ª DSPC) e do Grupo Tático Especial (GTE) de Queimadas, em operação integrada com a Polícia Militar da Paraíba.

De acordo com as investigações, as vítimas foram atingidas por disparos de arma de fogo dentro da residência da família. O ex-vereador José Samuel morreu ainda no local. Já Luciano de Aguiar Campos chegou a ser socorrido para o Hospital de Trauma de Campina Grande, mas não resistiu aos ferimentos e faleceu no dia seguinte.

Após intensas diligências e trabalhos de inteligência, os dois adolescentes foram localizados em uma área de mata no município de Aroeiras.

Durante a operação, as forças de segurança apreenderam um revólver calibre .38, apontado como a arma utilizada no crime, além da motocicleta roubada das vítimas e outros objetos considerados importantes para a investigação.

A operação também contou com apoio da UNINTELPOL de Campina Grande, responsável por auxiliar nos levantamentos de inteligência que contribuíram para a localização dos suspeitos.

Segundo a Polícia Civil, a rápida resposta das forças de segurança demonstra o comprometimento das instituições no combate à criminalidade violenta e na elucidação de crimes registrados na região do Cariri.

As investigações seguem em andamento para esclarecer todos os detalhes do caso e identificar possíveis outros envolvidos no crime.

COMPARTILHE ESSA NOTÍCIA

Facebook
WhatsApp
Print

A campanha do candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva (PT) oficializou nesta terça-feira (13) o registro do endereço eletrônico do canal de WhatsApp conhecido como “Exército do Lula” no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

A anotação foi formalizada pelo Núcleo de Gerenciamento de Sistemas e Dados Partidários (NGDAP) da Secretaria Judiciária da Corte, após uma série de impasses e embates jurídicos envolvendo ordens de ministros do tribunal.

Após registrar o endereço do canal “Exército do Lula” no TSE, a defesa do presidente afirmou à Corte que a medida foi tomada apenas para cumprir uma determinação de Nunes Marques e que não significa assumir a administração do canal nem reconhecer que ele já integrasse a propaganda eleitoral da candidatura.

Segundo a defesa, o canal foi criado e é administrado pelo deputado André Janones e “não está sob a supervisão direta da campanha”.

Coordenado pelo deputado reeleito André Janones (Rede-MG), o canal tem mais de 4 milhões de inscritos. O objetivo é compartilhar áudios, vídeos e orientações para apoiadores do presidente Lula.

O canal de mensagens gerou embates no cenário político do segundo turno e virou alvo de disputas judiciais entre as campanhas.

A campanha de Flávio Bolsonaro (PL), adversário na corrida presidencial, havia questionado o uso da ferramenta, alegando a propagação de conteúdos de desinformação.

A disputa judicial se intensificou após decisões divergentes na cúpula da Justiça Eleitoral, resultando em uma determinação do presidente do TSE, ministro Kássio Nunes Marques, que exigiu a regularização formal da ferramenta e ordenou a suspensão das atividades até que o canal estivesse devidamente registrado.

Com o cumprimento da exigência e a anotação oficial do endereço eletrônico no sistema da Justiça Eleitoral, a campanha de Lula passa a assumir formalmente a responsabilidade pelas postagens e fluxos de comunicação veiculados na plataforma de mensagens.

Com Portal G1