Carro de caririzeiro é roubado em Santa Cruz do Capibaribe

Na última sexta-feira, dia 2 de agosto, um carro que pertence a Alexandre Barros da cidade de Barra de São Miguel, no Cariri paraibano, foi roubado na cidade de Santa Cruz do Capibaribe, no estado vizinho de Pernambucano.

De acordo com as informações repassadas a reportagem, o veículo furtado é um Fiat Uno de cor prata, placa KKR-0566, de Santa Cruz do Capibaribe.

O carro foi estacionado pelo proprietário por trás do Moda Center, próximo ao Calçadão Miguel Arraes, por volta das 7h20 da manhã. Ao voltar para seu veículo, por volta das 11 horas, Alexandre Barros percebeu que ele não estava mais lá e havia sido roubado.

No mesmo dia, ele procurou a delegacia de Santa Cruz do Capibaribe e registrou um boletim de ocorrência. Até o momento não há nenhuma informação sobre o paradeiro do automóvel.

Em contato com a reportagem, Alexandre disse que está muito preocupado com toda a situação, pois o veículo também era fonte de renda para ele e toda a sua família.

“Estou desesperado, desde de sexta-feira que não consigo dormir direito e nem me alimentar. Esse era meu transporte pra mim e minha família, pois tenho três filhas e minha esposa. Era também minha ferramenta de trabalho, pois quando aparecia algum frete eu fazia nele e infelizmente eu não pagava seguro por falta de condições financeiras”, disse.

“Pra mim conseguir comprar ele foi muita luta, tivemos que economizar com tudo e infelizmente alguém veio e levou. Que Jesus venha tocar no coração de quem levou ele, para abandonar em algum lugar”, finalizou Alexandre.

Quem tiver qualquer informação sobre o paradeiro do carro, pode entrar em contato de forma anônima com a Polícia Militar (190) ou com a Polícia Civil (197).

Com Jornalismo Serra Branca Fm

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O Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB), por meio da Diretoria de Tecnologia da Informação (Ditec), e o Hemocentro da Paraíba estão desenvolvendo o DNA Jus, uma solução tecnológica que pretende tornar mais rápido, seguro e eficiente o fluxo de realização de exames de DNA solicitados pela Justiça. Nesta quarta-feira (16), representantes das duas instituições se reuniram para alinhar detalhes do projeto e avançar na construção do sistema.

Atualmente, a solicitação e o agendamento dos exames envolvem procedimentos realizados de forma manual entre o Judiciário e o Hemocentro. A proposta do DNA Jus é concentrar as etapas em uma única plataforma, permitindo que o magistrado faça a solicitação e o agendamento da coleta, acompanhe o procedimento e tenha acesso ao laudo de forma digital e sigilosa.

O juiz auxiliar da Presidência do TJPB, Fábio Araújo, explicou que a ferramenta foi pensada para simplificar o fluxo e reduzir o tempo de tramitação dos processos relacionados aos exames. Segundo ele, embora exista um tempo médio para a realização dos procedimentos, fatores específicos de cada caso podem interferir nos prazos.

“A ideia é facilitar a marcação, o agendamento e a coleta do material biológico e, consequentemente, a entrega dos resultados. Com um fluxo mais rápido e organizado, esperamos encurtar esse tempo, reduzindo circunstâncias externas que possam prejudicar o bom andamento dos procedimentos”, afirmou.

A previsão é que o sistema seja apresentado no dia 16 de novembro de 2026. A partir daí, a expectativa é disponibilizar a solução para utilização pelos magistrados e pelo Hemocentro.

De acordo com o diretor da Ditec, Daniel Melo, o DNA Jus está sendo desenvolvido pelo Tribunal de Justiça a partir dos requisitos levantados junto ao Hemocentro. A proposta é substituir o atual fluxo manual, realizado principalmente por e-mail, por uma plataforma integrada.

“O DNA Jus surgiu da necessidade de modernizar o processo atual, que é feito de forma manual e pode gerar atrasos e burocracia. Estamos criando uma solução para unificar todo o fluxo de trabalho, otimizando tempo e prazos e entregando o resultado com maior eficiência à população”, explicou.

Na prática, o magistrado poderá acessar a plataforma ao identificar a necessidade de um exame de DNA, escolher o laboratório ou posto de coleta, fazer o agendamento e comunicar as partes envolvidas. As etapas seguintes, incluindo a coleta do material biológico e a geração do laudo, também serão gerenciadas pelo sistema.

O Hemocentro terá participação central no funcionamento da plataforma, sendo responsável pela coleta e pelo processamento do material biológico e pela elaboração dos laudos. Para o diretor-geral do Hemocentro da Paraíba, José de Paiva Gadelha Neto, a ferramenta também representa um avanço em segurança e sigilo das informações.

“A reunião foi muito importante para modernizar a forma como as pessoas terão acesso ao resultado final dos exames de DNA. Com o novo sistema, o próprio magistrado poderá marcar a data da coleta das partes interessadas, o que representa ganho de tempo e segurança. E um dos pontos mais importantes é o sigilo, já que apenas o magistrado terá acesso final ao laudo”, destacou.

DE OLHO NO CARIRI

Por Ludmila Costa – Comunicação TJPB