Testemunha conta que não ‘não tinha como’ socorrer bebê que ficou no meio de a tiros

Uma das testemunhas do ataque a tiros que aconteceu na cidade de Pedras de Fogo, relatou a uma emissora que “não tinha como” socorrer a bebê de 1 ano e 3 meses que ficou no meio do tiroteio. ” Muita gente fica criticando, achando que abandonei a crianças. Ela estava distante de mim, não tinha como”, desabafa.

“Uma sensação muito forte, porque nem respeitou as crianças nem as mulheres. Eles enrolaram já de uma vez, eu já sabia que algo ia acontecer”, relata a testemunha. De acordo com ela, dentro da casa tinha outra criança, que também não foi atingida pelos disparos.

O tiroteio aconteceu na Rua Getúlio Vargas, em Pedras de Fogo. O alvo dos suspeitos é pai da bebê, ainda de acordo com a polícia. Ele levou 3 tiros na perna, mas não teve ferimentos graves.

No vídeo, é possível ver três homens, duas mulheres e a criança em uma calçada. Em seguida, outros dois homens chegam ao local de moto, já atirando contra as vítimas. Os adultos entram na residência para escapar dos tiros, e a menina fica na calçada. É possível ouvi-la gritar.

Uma das mulheres tenta voltar para resgatar a criança, mas fica paralisada depois que um dos suspeitos aponta a arma para ela. Ao todo, é possível ouvir mais de 15 tiros. Após os disparos, os suspeitos vão embora de moto, e uma das mulheres que estavam na calçada pega a criança no colo.

O homem baleado foi socorrido pelo Samu para o Hospital de Emergência e Trauma de João Pessoa ainda no dia 26 de fevereiro, quando ocorreu a ação. Segundo a unidade hospitalar, ele pediu para ser liberado no mesmo dia e recebeu alta.

Os suspeitos ainda não foram identificados.

De Olho no Cariri

Com G1

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O Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB)  liberou a candidatura de Daniella Ribeiro (PP) como primeira suplente de Nabor Wanderley (Republicanos). O TRE negou a Ação de Impugnação de Registro de Candidatura, movida pelo Ministério Público Eleitoral. A decisão foi por unanimidade.

A ação indagava  presença de Daniella na chapa por ela ser a mãe do governador Lucas Ribeiro (PP), que é candidato à reeleição do governo do estado. O MPE (Ministério Público Eleitoral) que apresentou o pedido de impugnação, afirmava que a regra de inelegibilidade prevista no artigo 14, parágrafo 7º, da Constituição Federal atingia a senadora, que deixou de concorrer à renovação do seu mandato para disputar uma vaga de suplência.

Desde o ano passado que Daniella declarava abrir mão da disputa pela reeleição após a confirmação da candidatura do filho ao Governo do Estado, no entanto, afirmou ter repensado diante o convite e que a decisão tem haver com o projeto político para a Paraíba.

“Eu abri mão da possibilidade de um mandato de reeleição. Todo mundo sabe disso. Mas se fosse apenas por ser meu filho e não tivesse história, e se não fosse um governo e um grupo que vêm fazendo a diferença na Paraíba, certamente eu não teria aberto mão”, disse.

A parlamentar rebateu subjeções acerca de a suplência ser rebaixamento político ao lembrar que a decisão de grupo prevalece e de que suas bandeiras voltadas à defesa da mulher serão mantidas, bem como de sua trajetória como a primeira mulher eleita senadora pela Paraíba e a primeira mulher a ocupar a Primeira-Secretaria do Senado Federal.

Com ClickPB