Testemunha conta que não ‘não tinha como’ socorrer bebê que ficou no meio de a tiros

Uma das testemunhas do ataque a tiros que aconteceu na cidade de Pedras de Fogo, relatou a uma emissora que “não tinha como” socorrer a bebê de 1 ano e 3 meses que ficou no meio do tiroteio. ” Muita gente fica criticando, achando que abandonei a crianças. Ela estava distante de mim, não tinha como”, desabafa.

“Uma sensação muito forte, porque nem respeitou as crianças nem as mulheres. Eles enrolaram já de uma vez, eu já sabia que algo ia acontecer”, relata a testemunha. De acordo com ela, dentro da casa tinha outra criança, que também não foi atingida pelos disparos.

O tiroteio aconteceu na Rua Getúlio Vargas, em Pedras de Fogo. O alvo dos suspeitos é pai da bebê, ainda de acordo com a polícia. Ele levou 3 tiros na perna, mas não teve ferimentos graves.

No vídeo, é possível ver três homens, duas mulheres e a criança em uma calçada. Em seguida, outros dois homens chegam ao local de moto, já atirando contra as vítimas. Os adultos entram na residência para escapar dos tiros, e a menina fica na calçada. É possível ouvi-la gritar.

Uma das mulheres tenta voltar para resgatar a criança, mas fica paralisada depois que um dos suspeitos aponta a arma para ela. Ao todo, é possível ouvir mais de 15 tiros. Após os disparos, os suspeitos vão embora de moto, e uma das mulheres que estavam na calçada pega a criança no colo.

O homem baleado foi socorrido pelo Samu para o Hospital de Emergência e Trauma de João Pessoa ainda no dia 26 de fevereiro, quando ocorreu a ação. Segundo a unidade hospitalar, ele pediu para ser liberado no mesmo dia e recebeu alta.

Os suspeitos ainda não foram identificados.

De Olho no Cariri

Com G1

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O Supremo Tribunal Federal (STF) divulgou há pouco o rito que será adotado durante a sessão desta terça-feira (15), que vai analisar o relatório da Polícia Federal sobre as conversas entre o ministro Alexandre de Moraes e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro.

De acordo com o procedimento definido pelo presidente do STF, ministro Edson Fachin, a sessão será aberta às 10h.

Em seguida, a secretária da sessão fará a leitura da ata da sessão anterior da Corte, e Fachin vai realizar as saudações de praxe a todos os ministros.

O ministro chamará o processo para julgamento e passará a palavra ao ministro André Mendonça, que fará a leitura do relatório. O caso chegou a Fachin após Mendonça, relator do Caso Master, informar sobre possíveis conversas entre Moraes e Daniel Vorcaro.

Depois, a palavra será dada à Procuradoria-Geral da República (PGR). Após a manifestação da procuradoria, a votação será iniciada.

O STF não confirmou se Alexandre de Moraes poderá participar da sessão.

O plenário também é composto pelos ministros Cristiano Zanin, Flávio Dino, Nunes Marques, Luiz Fux, Cármen Lúcia e Gilmar Mendes.

A participação de Dias Toffoli também não está confirmada. No início deste ano, Toffoli se declarou impedido de participar de julgamentos sobre o caso Master após a imprensa revelar que o ministro é dono de um resort que foi comprado por um fundo de investimentos ligado ao banco.

Mais cedo, o STF confirmou que a sessão da Corte terá transmissão ao vivo pela TV Justiça e pela internet. 

Agência Brasil