Secretaria de Saúde de Serra Branca insiste no erro e população reclama de desorganização na vacinação contra Covid-19

Foto: Paraíba Mix

A falta de organização da Secretaria de Saúde de Serra Branca com a Vacinação contra a COVID-19 continua gerando aglomerações e insatisfação por parte da população. O que é para garantir saúde e bem estar, está provocando riscos sanitários e reclamações por parte da população, que espera ansiosa a vacina, mas é obrigada a se submeter a uma “aglomeração” para ser imunizada.

Nesta segunda-feira (21) a Prefeitura de Serra Branca anunciou, novamente sem critério de divisão de público, a vacinação para pessoas de 40 a 49 anos sem comorbidades. A convocação atinge um público muito superior a capacidade de vacinação atual, que foi de apenas 300 doses. O resultado é um só: pessoas chegando de madrugada para garantir uma ficha, a maioria ficando a manhã inteira na fila sem saber se será vacinada e uma aglomeração desnecessária, promovida exatamente por quem deveria evitá-la.

Esta é a segunda vez que acontece a vacinação com uma extensa faixa etária e a população não poupou críticas à gestão municipal. O portal Paraíba Mix conversou com diversos populares, que relataram críticas à forma como a Secretaria de Saúde está promovendo a vacinação.

Alguns cidadãos chegaram a relatar que chegaram no local de vacinação às 21:00 horas do domingo (20) e já estavam aguardando uma ficha há mais de 15 horas sem se alimentar. Outros relataram que deixaram seus empregos, passaram toda a manhã aguardando por uma ficha, que só começou a ser entregue por volta das 12:00 horas. Alguns desistiram de esperar e voltaram para suas casas.

A reportagem procurou a Secretária de Saúde, Monique Dantas, que não foi encontrada. Moradores relataram que após reclamações vereadores também estiveram no local e tentaram contato com a Secretária, mas sem sucesso.

Veja o que acharam alguns moradores da vacinação contra a Covid-19 em Serra Branca:

De Olho no Cariri
Com Paraíba Mix

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O Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB), por meio da Diretoria de Tecnologia da Informação (Ditec), e o Hemocentro da Paraíba estão desenvolvendo o DNA Jus, uma solução tecnológica que pretende tornar mais rápido, seguro e eficiente o fluxo de realização de exames de DNA solicitados pela Justiça. Nesta quarta-feira (16), representantes das duas instituições se reuniram para alinhar detalhes do projeto e avançar na construção do sistema.

Atualmente, a solicitação e o agendamento dos exames envolvem procedimentos realizados de forma manual entre o Judiciário e o Hemocentro. A proposta do DNA Jus é concentrar as etapas em uma única plataforma, permitindo que o magistrado faça a solicitação e o agendamento da coleta, acompanhe o procedimento e tenha acesso ao laudo de forma digital e sigilosa.

O juiz auxiliar da Presidência do TJPB, Fábio Araújo, explicou que a ferramenta foi pensada para simplificar o fluxo e reduzir o tempo de tramitação dos processos relacionados aos exames. Segundo ele, embora exista um tempo médio para a realização dos procedimentos, fatores específicos de cada caso podem interferir nos prazos.

“A ideia é facilitar a marcação, o agendamento e a coleta do material biológico e, consequentemente, a entrega dos resultados. Com um fluxo mais rápido e organizado, esperamos encurtar esse tempo, reduzindo circunstâncias externas que possam prejudicar o bom andamento dos procedimentos”, afirmou.

A previsão é que o sistema seja apresentado no dia 16 de novembro de 2026. A partir daí, a expectativa é disponibilizar a solução para utilização pelos magistrados e pelo Hemocentro.

De acordo com o diretor da Ditec, Daniel Melo, o DNA Jus está sendo desenvolvido pelo Tribunal de Justiça a partir dos requisitos levantados junto ao Hemocentro. A proposta é substituir o atual fluxo manual, realizado principalmente por e-mail, por uma plataforma integrada.

“O DNA Jus surgiu da necessidade de modernizar o processo atual, que é feito de forma manual e pode gerar atrasos e burocracia. Estamos criando uma solução para unificar todo o fluxo de trabalho, otimizando tempo e prazos e entregando o resultado com maior eficiência à população”, explicou.

Na prática, o magistrado poderá acessar a plataforma ao identificar a necessidade de um exame de DNA, escolher o laboratório ou posto de coleta, fazer o agendamento e comunicar as partes envolvidas. As etapas seguintes, incluindo a coleta do material biológico e a geração do laudo, também serão gerenciadas pelo sistema.

O Hemocentro terá participação central no funcionamento da plataforma, sendo responsável pela coleta e pelo processamento do material biológico e pela elaboração dos laudos. Para o diretor-geral do Hemocentro da Paraíba, José de Paiva Gadelha Neto, a ferramenta também representa um avanço em segurança e sigilo das informações.

“A reunião foi muito importante para modernizar a forma como as pessoas terão acesso ao resultado final dos exames de DNA. Com o novo sistema, o próprio magistrado poderá marcar a data da coleta das partes interessadas, o que representa ganho de tempo e segurança. E um dos pontos mais importantes é o sigilo, já que apenas o magistrado terá acesso final ao laudo”, destacou.

DE OLHO NO CARIRI

Por Ludmila Costa – Comunicação TJPB