Saúde e valorização da cultura: Vereadora Carol Gomes tem 14 novos projetos aprovados na CMCG

Treze projetos de lei e um projeto de resolução de autoria da vereadora licenciada Carol Gomes (Pros) foram aprovados em segunda votação na sessão ordinária realizada na manhã de hoje (16), na Câmara Municipal de Vereadores de Campina Grande.

Saúde e cultura são as áreas centrais da nova leva de projetos aprovados e que agora seguem para sanção do poder executivo. ” Tais projetos são frutos de um trabalho preocupado com a saúde e o bem estar dos campinenses. Eu faço questão de contribuir, dentro do que permite a lei, com os fluxos dos atendimentos em saúde do município, e acredito que esse olhar técnico é um diferencial positivo dentro da Casa de Félix Araújo”, falou Carol Gomes.

Na área da saúde foram aprovados os seguintes projetos: Instituição da Política Campinense de Saúde Funcional; Permanência e obrigatoriedade do profissional fisioterapeuta 24 horas nas Unidades de Terapia Intensiva Públicas e Privadas – UTI’s – adulto, neonatal e pediátrico; Criação da Caderneta Saúde da Mulher; Criação do Núcleo Campinense de Intervenção Precoce; Criação do ‘Projeto Voltando a Sorrir’, implantando serviços de atendimento odontológico gratuito às mulheres vítimas de violência doméstica; Criação do Fórum Itinerante da Mulher Campinense; Assistência Psicológica às Mulheres mastectomizadas e a Criação da Mostra Campina Grande Aqui Tem SUS.

Pensando na valorização da cultura, a vereadora teve dois projetos aprovados: Declara as quadrilhas juninas patrimônio cultural imaterial de Campina Grande e a Criação do Circuito Itenerante da Cultura.

“Fico muito feliz em saber que todas as minhas proposituras foram aprovadas. É a comprovação de um de um trabalho sério e compromissado com aqueles que mais precisam”, concluiu Carol.

Outros projetos aprovados

Instalação obrigatória de faixas elevadas para travessia de pedestres no entorno dos hospitais públicos e privados de Campina Grande; Instalação obrigatória de sinalização horizontal e vertical em torno dos locais que prestam serviços às pessoas autistas; Denomina de ‘Márcio de Almeida Gomes’, uma das novas ruas do município; além do Projeto de Resolução que concede a medalha de Honra ao Mérito a Ana Amélia Araújo Arruda.

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O Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB), por meio da Diretoria de Tecnologia da Informação (Ditec), e o Hemocentro da Paraíba estão desenvolvendo o DNA Jus, uma solução tecnológica que pretende tornar mais rápido, seguro e eficiente o fluxo de realização de exames de DNA solicitados pela Justiça. Nesta quarta-feira (16), representantes das duas instituições se reuniram para alinhar detalhes do projeto e avançar na construção do sistema.

Atualmente, a solicitação e o agendamento dos exames envolvem procedimentos realizados de forma manual entre o Judiciário e o Hemocentro. A proposta do DNA Jus é concentrar as etapas em uma única plataforma, permitindo que o magistrado faça a solicitação e o agendamento da coleta, acompanhe o procedimento e tenha acesso ao laudo de forma digital e sigilosa.

O juiz auxiliar da Presidência do TJPB, Fábio Araújo, explicou que a ferramenta foi pensada para simplificar o fluxo e reduzir o tempo de tramitação dos processos relacionados aos exames. Segundo ele, embora exista um tempo médio para a realização dos procedimentos, fatores específicos de cada caso podem interferir nos prazos.

“A ideia é facilitar a marcação, o agendamento e a coleta do material biológico e, consequentemente, a entrega dos resultados. Com um fluxo mais rápido e organizado, esperamos encurtar esse tempo, reduzindo circunstâncias externas que possam prejudicar o bom andamento dos procedimentos”, afirmou.

A previsão é que o sistema seja apresentado no dia 16 de novembro de 2026. A partir daí, a expectativa é disponibilizar a solução para utilização pelos magistrados e pelo Hemocentro.

De acordo com o diretor da Ditec, Daniel Melo, o DNA Jus está sendo desenvolvido pelo Tribunal de Justiça a partir dos requisitos levantados junto ao Hemocentro. A proposta é substituir o atual fluxo manual, realizado principalmente por e-mail, por uma plataforma integrada.

“O DNA Jus surgiu da necessidade de modernizar o processo atual, que é feito de forma manual e pode gerar atrasos e burocracia. Estamos criando uma solução para unificar todo o fluxo de trabalho, otimizando tempo e prazos e entregando o resultado com maior eficiência à população”, explicou.

Na prática, o magistrado poderá acessar a plataforma ao identificar a necessidade de um exame de DNA, escolher o laboratório ou posto de coleta, fazer o agendamento e comunicar as partes envolvidas. As etapas seguintes, incluindo a coleta do material biológico e a geração do laudo, também serão gerenciadas pelo sistema.

O Hemocentro terá participação central no funcionamento da plataforma, sendo responsável pela coleta e pelo processamento do material biológico e pela elaboração dos laudos. Para o diretor-geral do Hemocentro da Paraíba, José de Paiva Gadelha Neto, a ferramenta também representa um avanço em segurança e sigilo das informações.

“A reunião foi muito importante para modernizar a forma como as pessoas terão acesso ao resultado final dos exames de DNA. Com o novo sistema, o próprio magistrado poderá marcar a data da coleta das partes interessadas, o que representa ganho de tempo e segurança. E um dos pontos mais importantes é o sigilo, já que apenas o magistrado terá acesso final ao laudo”, destacou.

DE OLHO NO CARIRI

Por Ludmila Costa – Comunicação TJPB