Prêmio estimado da Mega da Virada 2022 sobe para R$ 500 milhões, anuncia a Caixa

A Caixa Econômica Federal anunciou nesta terça-feira (27) que o prêmio estimado da Mega da Virada 2022 subiu para R$ 500 milhões para quem acertar as seis dezenas – R$ 50 milhões acima do valor previsto anteriormente, de R$ 450 milhões.

A cifra para este ano é 32% superior ao prêmio de 2021, de R$ 378,1 milhões – até então o maior prêmio de loterias no Brasil, segundo o banco. As apostas para a Mega da Virada podem ser feitas até as 17h deste sábado (31).

Rendimento

Se apenas um ganhador acertar as seis dezenas e aplicar o prêmio na poupança, o rendimento mensal será de R$ 3,4 milhões, de acordo com a Caixa.

Ainda segundo o banco, caso o vencedor queira ostentar, a cifra é suficiente para comprar uma ilha no litoral brasileiro e um iate com piscina, bar, banheira de hidromassagem e sala de jantar, além de fogos de artifício comparáveis aos das grandes festas de Réveillon, desembolsando 20% do valor do prêmio.

Apostas

A Mega da Virada já premiou 111 apostas desde sua primeira edição, em 2009. No sorteio deste ano, é possível apostar em uma quantidade maior de números – o que amplia as possibilidades de acerto. A quantidade de números que podem ser escolhidos para uma mesma aposta passou de até 16 para até 20.

Os valores vão de R$ 4,50, para um jogo simples, de seis dezenas, a R$ 174.420,00 para quem quiser marcar 20 dezenas em um único jogo. Custo mais alto, maior probabilidade de ganhar: segundo a Caixa, quem arriscar aposta com 20 dezenas tem probabilidade de um acerto em 1.292. Para quem fizer a aposta simples, de seis dezenas, a probabilidade é de um em 50.063.860.

Como apostar?

Para jogar na Mega da Virada, basta marcar de 6 a 20 números dentre os 60 disponíveis no volante ou deixar que o sistema escolha os números, por meio da Surpresinha.

Além disso, quem aposta também pode escolher participar do concurso por meio de bolões, preenchendo o campo próprio no volante, ou adquirir cotas de bolões organizados pelas unidades lotéricas – nesse último caso, uma tarifa de serviço adicional de até 35% do valor da cota poderá ser cobrada.

As apostas devem ser feitas com volante específico da Mega da Virada em qualquer lotérica do país, pelo aplicativo Loterias Caixa ou pelo portal Loterias Caixa. Clientes da Caixa também podem fazer suas apostas pelo internet banking.

G1

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O Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB), por meio da Diretoria de Tecnologia da Informação (Ditec), e o Hemocentro da Paraíba estão desenvolvendo o DNA Jus, uma solução tecnológica que pretende tornar mais rápido, seguro e eficiente o fluxo de realização de exames de DNA solicitados pela Justiça. Nesta quarta-feira (16), representantes das duas instituições se reuniram para alinhar detalhes do projeto e avançar na construção do sistema.

Atualmente, a solicitação e o agendamento dos exames envolvem procedimentos realizados de forma manual entre o Judiciário e o Hemocentro. A proposta do DNA Jus é concentrar as etapas em uma única plataforma, permitindo que o magistrado faça a solicitação e o agendamento da coleta, acompanhe o procedimento e tenha acesso ao laudo de forma digital e sigilosa.

O juiz auxiliar da Presidência do TJPB, Fábio Araújo, explicou que a ferramenta foi pensada para simplificar o fluxo e reduzir o tempo de tramitação dos processos relacionados aos exames. Segundo ele, embora exista um tempo médio para a realização dos procedimentos, fatores específicos de cada caso podem interferir nos prazos.

“A ideia é facilitar a marcação, o agendamento e a coleta do material biológico e, consequentemente, a entrega dos resultados. Com um fluxo mais rápido e organizado, esperamos encurtar esse tempo, reduzindo circunstâncias externas que possam prejudicar o bom andamento dos procedimentos”, afirmou.

A previsão é que o sistema seja apresentado no dia 16 de novembro de 2026. A partir daí, a expectativa é disponibilizar a solução para utilização pelos magistrados e pelo Hemocentro.

De acordo com o diretor da Ditec, Daniel Melo, o DNA Jus está sendo desenvolvido pelo Tribunal de Justiça a partir dos requisitos levantados junto ao Hemocentro. A proposta é substituir o atual fluxo manual, realizado principalmente por e-mail, por uma plataforma integrada.

“O DNA Jus surgiu da necessidade de modernizar o processo atual, que é feito de forma manual e pode gerar atrasos e burocracia. Estamos criando uma solução para unificar todo o fluxo de trabalho, otimizando tempo e prazos e entregando o resultado com maior eficiência à população”, explicou.

Na prática, o magistrado poderá acessar a plataforma ao identificar a necessidade de um exame de DNA, escolher o laboratório ou posto de coleta, fazer o agendamento e comunicar as partes envolvidas. As etapas seguintes, incluindo a coleta do material biológico e a geração do laudo, também serão gerenciadas pelo sistema.

O Hemocentro terá participação central no funcionamento da plataforma, sendo responsável pela coleta e pelo processamento do material biológico e pela elaboração dos laudos. Para o diretor-geral do Hemocentro da Paraíba, José de Paiva Gadelha Neto, a ferramenta também representa um avanço em segurança e sigilo das informações.

“A reunião foi muito importante para modernizar a forma como as pessoas terão acesso ao resultado final dos exames de DNA. Com o novo sistema, o próprio magistrado poderá marcar a data da coleta das partes interessadas, o que representa ganho de tempo e segurança. E um dos pontos mais importantes é o sigilo, já que apenas o magistrado terá acesso final ao laudo”, destacou.

DE OLHO NO CARIRI

Por Ludmila Costa – Comunicação TJPB