Prefeitura de Sumé e Projeto Acolher implantam atendimento de fisioterapia no Abrigo dos Idosos Rosália Paulino

A Prefeitura de Sumé, por meio do Projeto Acolher do Governo da Paraíba, implanta o serviço de fisioterapia no Abrigo dos Idosos Rosália Paulino, visando promover o cuidado com a saúde dos idosos que lá residem.

A ação objetiva ainda restaurar a funcionalidade, autonomia e independência dos pacientes da instituição, considerando os aspectos físicos, biológicos, psicológicos e social de cada indivíduo.

O serviço é vinculado à Secretaria Municipal de Assistência Social e a atividade acontece duas vezes por semana pela fisioterapeuta Renata Melo, contemplando 24 idosos e dois pacientes com necessidades especiais. De forma voluntária, Renata atende ainda os funcionários do local.

O Termo de Colaboração nº 012/2021, celebrado entre a Secretaria de Estado de Desenvolvimento Humano e a Associação de Proteção e Amparo à Velhice de Sumé e Prefeitura de Sumé é no valor de R$ 50.000,00 e tem vigência até 31/10/2021.

O montante é destinado para aquisição de gêneros alimentícios, material de limpeza, material de higiene pessoal, fralda descartável geriátrica e contratação de serviço especializado em Fisioterapia, com a finalidade de promover e cuidar da saúde dos idosos institucionalizados.

Os idosos acamados são atendidos no próprio leito. Já os demais com mobilidade utilizam a Sala da Fisioterapia, — um espaço também construído pela gestão Éden Duarte, em 2018, na mesma parceria.

“Tem sido muito gratificante desempenhar essa atividade, pois entrei na fisioterapia com esse intuito de poder ajudar o próximo, principalmente os idosos, passando amor e todo o meu cuidado com eles”, disse Renata.

Pensando também no bem-estar e na saúde da população em geral, a gestão do município oferta o serviço de fisioterapia na clínica municipal, diariamente. O serviço fica localizado na Rua Antônio Rodrigues dos Santos, popularmente, conhecida como Rua do Calçadão. Os atendimentos acontecem de segunda à sexta-feira das 07h às 11h e das 13h às 17h, mediante encaminhamento médico.

Ascom

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O Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB), por meio da Diretoria de Tecnologia da Informação (Ditec), e o Hemocentro da Paraíba estão desenvolvendo o DNA Jus, uma solução tecnológica que pretende tornar mais rápido, seguro e eficiente o fluxo de realização de exames de DNA solicitados pela Justiça. Nesta quarta-feira (16), representantes das duas instituições se reuniram para alinhar detalhes do projeto e avançar na construção do sistema.

Atualmente, a solicitação e o agendamento dos exames envolvem procedimentos realizados de forma manual entre o Judiciário e o Hemocentro. A proposta do DNA Jus é concentrar as etapas em uma única plataforma, permitindo que o magistrado faça a solicitação e o agendamento da coleta, acompanhe o procedimento e tenha acesso ao laudo de forma digital e sigilosa.

O juiz auxiliar da Presidência do TJPB, Fábio Araújo, explicou que a ferramenta foi pensada para simplificar o fluxo e reduzir o tempo de tramitação dos processos relacionados aos exames. Segundo ele, embora exista um tempo médio para a realização dos procedimentos, fatores específicos de cada caso podem interferir nos prazos.

“A ideia é facilitar a marcação, o agendamento e a coleta do material biológico e, consequentemente, a entrega dos resultados. Com um fluxo mais rápido e organizado, esperamos encurtar esse tempo, reduzindo circunstâncias externas que possam prejudicar o bom andamento dos procedimentos”, afirmou.

A previsão é que o sistema seja apresentado no dia 16 de novembro de 2026. A partir daí, a expectativa é disponibilizar a solução para utilização pelos magistrados e pelo Hemocentro.

De acordo com o diretor da Ditec, Daniel Melo, o DNA Jus está sendo desenvolvido pelo Tribunal de Justiça a partir dos requisitos levantados junto ao Hemocentro. A proposta é substituir o atual fluxo manual, realizado principalmente por e-mail, por uma plataforma integrada.

“O DNA Jus surgiu da necessidade de modernizar o processo atual, que é feito de forma manual e pode gerar atrasos e burocracia. Estamos criando uma solução para unificar todo o fluxo de trabalho, otimizando tempo e prazos e entregando o resultado com maior eficiência à população”, explicou.

Na prática, o magistrado poderá acessar a plataforma ao identificar a necessidade de um exame de DNA, escolher o laboratório ou posto de coleta, fazer o agendamento e comunicar as partes envolvidas. As etapas seguintes, incluindo a coleta do material biológico e a geração do laudo, também serão gerenciadas pelo sistema.

O Hemocentro terá participação central no funcionamento da plataforma, sendo responsável pela coleta e pelo processamento do material biológico e pela elaboração dos laudos. Para o diretor-geral do Hemocentro da Paraíba, José de Paiva Gadelha Neto, a ferramenta também representa um avanço em segurança e sigilo das informações.

“A reunião foi muito importante para modernizar a forma como as pessoas terão acesso ao resultado final dos exames de DNA. Com o novo sistema, o próprio magistrado poderá marcar a data da coleta das partes interessadas, o que representa ganho de tempo e segurança. E um dos pontos mais importantes é o sigilo, já que apenas o magistrado terá acesso final ao laudo”, destacou.

DE OLHO NO CARIRI

Por Ludmila Costa – Comunicação TJPB