MPF recomenda e Energisa garante melhorar fornecimento de energia em Monteiro

Em reunião realizada nesta sexta-feira (12), na sede do Ministério Público Federal (MPF) em João Pessoa, representantes da concessionária Energisa Paraíba se comprometeram a melhorar o fornecimento de energia elétrica em Monteiro (PB), num prazo de três meses. A cidade sofre com instabilidades no sistema desde outubro de 2018 e, por isso, o Ministério Público emitiu recomendação no mês de junho passado, visando as melhorias.

Na ocasião, foi informado que haverá reforma no circuito de distribuição da cidade e manutenção preventiva de alimentadores de energia do conjunto de Monteiro. Os representantes da Energisa informaram ainda que o aterramento da linha Sertânia/Monteiro (02L1 SRN/MNT) está concluído, que o transformador com sobrecarga foi substituído e que foram instalados novos equipamentos reguladores de tensão.

Participaram do encontro desta sexta, representando o MPF, a procuradora da República Janaina Andrade e o engenheiro eletricista do órgão no estado, Alessandro Glauber, que avaliou como positiva a reunião.

“Caso a Energisa cumpra o acordado na reunião quanto às manutenções preventivas nas redes de distribuição e nos alimentadores de energia, isso poderá resultar em melhoria significativa na qualidade do fornecimento de energia aos consumidores, uma vez que aumentará a influência positiva sobre os indicadores estabelecidos pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel)”, declarou o engenheiro do MPF.

Procedimento nº 1.24.004.000011/2019-81

Confira íntegra da Recomendação 2/2019
Confira ata da reunião (12/07/2019)
Confira relatório da Aneel

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A campanha do candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva (PT) oficializou nesta terça-feira (13) o registro do endereço eletrônico do canal de WhatsApp conhecido como “Exército do Lula” no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

A anotação foi formalizada pelo Núcleo de Gerenciamento de Sistemas e Dados Partidários (NGDAP) da Secretaria Judiciária da Corte, após uma série de impasses e embates jurídicos envolvendo ordens de ministros do tribunal.

Após registrar o endereço do canal “Exército do Lula” no TSE, a defesa do presidente afirmou à Corte que a medida foi tomada apenas para cumprir uma determinação de Nunes Marques e que não significa assumir a administração do canal nem reconhecer que ele já integrasse a propaganda eleitoral da candidatura.

Segundo a defesa, o canal foi criado e é administrado pelo deputado André Janones e “não está sob a supervisão direta da campanha”.

Coordenado pelo deputado reeleito André Janones (Rede-MG), o canal tem mais de 4 milhões de inscritos. O objetivo é compartilhar áudios, vídeos e orientações para apoiadores do presidente Lula.

O canal de mensagens gerou embates no cenário político do segundo turno e virou alvo de disputas judiciais entre as campanhas.

A campanha de Flávio Bolsonaro (PL), adversário na corrida presidencial, havia questionado o uso da ferramenta, alegando a propagação de conteúdos de desinformação.

A disputa judicial se intensificou após decisões divergentes na cúpula da Justiça Eleitoral, resultando em uma determinação do presidente do TSE, ministro Kássio Nunes Marques, que exigiu a regularização formal da ferramenta e ordenou a suspensão das atividades até que o canal estivesse devidamente registrado.

Com o cumprimento da exigência e a anotação oficial do endereço eletrônico no sistema da Justiça Eleitoral, a campanha de Lula passa a assumir formalmente a responsabilidade pelas postagens e fluxos de comunicação veiculados na plataforma de mensagens.

Com Portal G1