Instituto para preservação da caatinga no Cariri será instalado em Gurjão

O Cariri paraibano terá em breve seu Instituto de Pecuária Adaptada. O órgão será implantado em Gurjão, através de projeto de iniciativa da Prefeitura Municipal em parceria com Universidade Federal da Paraiba (UFPB), Universidade Federal de Campina Grande (UFCG), Instituto Federal da Paraíba (IFPB) e Sudema (Superintendência de Administração do Meio Ambiente). A iniciativa proporcionará pesquisa, extensão e ensino abrangendo toda a região do Cariri paraibano, alcançando objetivos, principalmente junto aos produtores rurais do município de Gurjão e de toda a região.

De acordo com o coordenador do projeto, Dr. Daniel Duarte (UFPB), “o projeto pretende mostrar que a caatinga não precisa ser cortada, não precisa ser trocada, a caatinga não precisa ser queimada. Nós vamos mostrar, principalmente aos produtores e criadores que a caatinga ela pode ser manipulada ou manejada de diversas formas, mostrando que todo aquele proprietário que tiver ainda vegetação nativa na sua propriedade ou queira fazer com que essa vegetação volte, é possível produzir milho, feijão, capim, sorgo, sisal, palma, em paralelo ou em parceria com as juremas, com as catingueiras, com os xiquexiques, com as juremas pretas, com os pereiros”.

“A prefeitura hoje inicia os detalhes para início desse projeto de preservação da caatinga, de alternativas para a alimentação animal e humana em consonância com a preservação ambiental. Então, nesse momento falamos também da criação de um instituto que vai representar essa área, o município e o Cariri como um todo”, comentou o prefeito de Gurjão, Zé Elias.

O projeto, intitulado “Sistemas Agloflorestais como Fundamentos para a Criação do Instituto de Pecuária Adaptada do Cariri Paraibano no Município de Gurjão, Estado da Paraíba” está sendo desenvolvido pela Secretaria Municipal de Desenvolvimento Rural e coordenado por Carlos Antônio Gonçalves da Costa, Engenheiro Agrônomo e especialista em educação ambiental para o Semiárido. A referida secretaria também criará no município a Superintendência de Projetos Agropecuários e Extensão de Gurjão.

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O Supremo Tribunal Federal (STF) divulgou há pouco o rito que será adotado durante a sessão desta terça-feira (15), que vai analisar o relatório da Polícia Federal sobre as conversas entre o ministro Alexandre de Moraes e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro.

De acordo com o procedimento definido pelo presidente do STF, ministro Edson Fachin, a sessão será aberta às 10h.

Em seguida, a secretária da sessão fará a leitura da ata da sessão anterior da Corte, e Fachin vai realizar as saudações de praxe a todos os ministros.

O ministro chamará o processo para julgamento e passará a palavra ao ministro André Mendonça, que fará a leitura do relatório. O caso chegou a Fachin após Mendonça, relator do Caso Master, informar sobre possíveis conversas entre Moraes e Daniel Vorcaro.

Depois, a palavra será dada à Procuradoria-Geral da República (PGR). Após a manifestação da procuradoria, a votação será iniciada.

O STF não confirmou se Alexandre de Moraes poderá participar da sessão.

O plenário também é composto pelos ministros Cristiano Zanin, Flávio Dino, Nunes Marques, Luiz Fux, Cármen Lúcia e Gilmar Mendes.

A participação de Dias Toffoli também não está confirmada. No início deste ano, Toffoli se declarou impedido de participar de julgamentos sobre o caso Master após a imprensa revelar que o ministro é dono de um resort que foi comprado por um fundo de investimentos ligado ao banco.

Mais cedo, o STF confirmou que a sessão da Corte terá transmissão ao vivo pela TV Justiça e pela internet. 

Agência Brasil