Hospital de Clínicas de CG ultrapassa 1.400 altas de recuperados da Covid-19 e reduz ocupação de leitos de UTI em 45%

 Hospital de Clínicas, em Campina Grande, ultrapassou esta semana a marca de 1.400 pacientes recuperados da Covid-19. Desde o início de seu funcionamento, em julho de 2020, diariamente a unidade registra altas médicas de pessoas que conseguiram vencer a batalha contra a doença. A unidade tem uma média que supera 100 pacientes recuperados por mês.

Na hora da saída do hospital para casa, Osvaldo Filho, de 54 anos, se emocionou bastante. Para se despedir da equipe, ele escolheu o samba “Clareou”, que diz: “pode a dor uma noite durar, mas um novo dia sempre vai raiar”.

“Eu me sinto um vitorioso por ter me curado dessa doença. O sentimento é de alívio e gratidão aos profissionais de saúde que cuidaram de mim”, destacou. A primeira providência pós-alta já estava definida: reencontrar a família.

Francisco Tobias é coordenador do setor de enfermagem do HC e celebrou o número alcançado. “Para nós que estamos na linha de frente, é emocionante saber que nosso trabalho, o empenho da nossa equipe, faz diferença na vida de tantas pessoas”, comentou.

Para o diretor-geral do Hospital, Jhony Bezerra, chegar a este número de vidas salvas é um marco que precisa ser comemorado. “Cada paciente recuperado simboliza o trabalho de uma equipe enorme e absolutamente dedicada a salvar vidas.”, afirma.

Além do número positivo em relação as altas, o HC ainda vem registrando uma queda significativa na taxa de ocupação de leitos do centro de saúde, chegando a um percentual que gira em torno de 45% na UTI e 40% na Enfermaria.

“Não há dúvidas que essa redução tem um fator importante, isso é reflexo da ampliação da vacinação. Nós chegamos a atingir no mês de março a 100% de ocupação dos leitos, e ver esses números caindo, é animador, comentou Thyago Morais, diretor técnico do hospital.

Click PB

COMPARTILHE ESSA NOTÍCIA

Facebook
WhatsApp
Print

O Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB), por meio da Diretoria de Tecnologia da Informação (Ditec), e o Hemocentro da Paraíba estão desenvolvendo o DNA Jus, uma solução tecnológica que pretende tornar mais rápido, seguro e eficiente o fluxo de realização de exames de DNA solicitados pela Justiça. Nesta quarta-feira (16), representantes das duas instituições se reuniram para alinhar detalhes do projeto e avançar na construção do sistema.

Atualmente, a solicitação e o agendamento dos exames envolvem procedimentos realizados de forma manual entre o Judiciário e o Hemocentro. A proposta do DNA Jus é concentrar as etapas em uma única plataforma, permitindo que o magistrado faça a solicitação e o agendamento da coleta, acompanhe o procedimento e tenha acesso ao laudo de forma digital e sigilosa.

O juiz auxiliar da Presidência do TJPB, Fábio Araújo, explicou que a ferramenta foi pensada para simplificar o fluxo e reduzir o tempo de tramitação dos processos relacionados aos exames. Segundo ele, embora exista um tempo médio para a realização dos procedimentos, fatores específicos de cada caso podem interferir nos prazos.

“A ideia é facilitar a marcação, o agendamento e a coleta do material biológico e, consequentemente, a entrega dos resultados. Com um fluxo mais rápido e organizado, esperamos encurtar esse tempo, reduzindo circunstâncias externas que possam prejudicar o bom andamento dos procedimentos”, afirmou.

A previsão é que o sistema seja apresentado no dia 16 de novembro de 2026. A partir daí, a expectativa é disponibilizar a solução para utilização pelos magistrados e pelo Hemocentro.

De acordo com o diretor da Ditec, Daniel Melo, o DNA Jus está sendo desenvolvido pelo Tribunal de Justiça a partir dos requisitos levantados junto ao Hemocentro. A proposta é substituir o atual fluxo manual, realizado principalmente por e-mail, por uma plataforma integrada.

“O DNA Jus surgiu da necessidade de modernizar o processo atual, que é feito de forma manual e pode gerar atrasos e burocracia. Estamos criando uma solução para unificar todo o fluxo de trabalho, otimizando tempo e prazos e entregando o resultado com maior eficiência à população”, explicou.

Na prática, o magistrado poderá acessar a plataforma ao identificar a necessidade de um exame de DNA, escolher o laboratório ou posto de coleta, fazer o agendamento e comunicar as partes envolvidas. As etapas seguintes, incluindo a coleta do material biológico e a geração do laudo, também serão gerenciadas pelo sistema.

O Hemocentro terá participação central no funcionamento da plataforma, sendo responsável pela coleta e pelo processamento do material biológico e pela elaboração dos laudos. Para o diretor-geral do Hemocentro da Paraíba, José de Paiva Gadelha Neto, a ferramenta também representa um avanço em segurança e sigilo das informações.

“A reunião foi muito importante para modernizar a forma como as pessoas terão acesso ao resultado final dos exames de DNA. Com o novo sistema, o próprio magistrado poderá marcar a data da coleta das partes interessadas, o que representa ganho de tempo e segurança. E um dos pontos mais importantes é o sigilo, já que apenas o magistrado terá acesso final ao laudo”, destacou.

DE OLHO NO CARIRI

Por Ludmila Costa – Comunicação TJPB