Governo da Paraíba assina convênios com Prefeituras para construção de creches e 21 cidades do Cariri são contempladas

A segunda etapa dos convênios com prefeitos municipais para construção de creches em mais 104 municípios foi assinada nesta segunda-feira (14) pelo governador João Azevêdo (PSB). A iniciativa faz parte do programa Paraíba Primeira Infância, que consiste na execução de ações integradas da educação, saúde, assistência social, esporte e infraestrutura voltadas para crianças de zero a seis anos, totalizando investimentos de R$ 106 milhões.

A iniciativa faz parte do programa Paraíba Primeira Infância, que consiste na execução de ações integradas da educação, saúde, assistência social, esporte e infraestrutura voltadas para crianças de 0 a 6 seis anos, totalizando investimentos de R$ 106 milhões. Ao todo, a ação contempla 208 municípios paraibanos.

O governador lembrou ainda que a instalação das creches é um trabalho que conta com a integração de várias secretarias, para viabilizar o melhor acolhimento às famílias.

“É um trabalho integrado que visa dar esse suporte para que a mãe tenha convicção de que está deixando a criança em um lugar seguro. Estamos fechando o ciclo”, destacou João.

Dentre os municípios paraibanos contemplados, 21 cidades da região do Cariri ganharão novas creches.

Confira a lista:

  • Araçagi
  • Amparo
  • Areial
  • Assunção
  • Baía da Traição
  • Bananeiras
  • Barra de Santana
  • Barra de São Miguel
  • Belém do Brejo do Cruz
  • Bernardino Batista
  • Boa Ventura
  • Boa Vista
  • Bom Jesus
  • Bom Sucesso
  • Brejo do Cruz
  • Brejo dos Santos
  • Caiçara
  • Cajazeirinhas
  • Camalaú
  • Capim
  • Caraúbas
  • Casserengue
  • Catingueira
  • Caturité
  • Conde
  • Congo
  • Cubati
  • Cuité
  • Cuité de Mamanguape
  • Cuitegi
  • Curral de Cima
  • Curral Velho
  • Damião
  • Desterro
  • Donas Inês
  • Duas Estradas
  • Emas
  • Gurjão
  • Ibiara
  • Jacaraú
  • Joca Claudino
  • Juripiranga
  • Lagoa de Dentro
  • Lastro
  • Mari
  • Mataraca
  • Mato Grosso
  • Matureia
  • Monteiro
  • Natuba
  • Nova Olinda
  • Nova Palmeira
  • Olho d’Água
  • Parari
  • Passagem
  • Paulista
  • Pedra Branca
  • Pedra Lavrada
  • Pedras de Fogo
  • Picuí
  • Pilar
  • Pilões
  • Pirpirituba
  • Poço Dantas
  • Poço de José de Moura
  • Prata
  • Princesa Isabel
  • Puxinanã
  • Queimadas
  • Riachão
  • Riachão do Bacamarte
  • Riachão do Poço
  • Riacho de Santo Antônio
  • Riacho dos Cavalos
  • Salgado de São Félix
  • Santa Cecília
  • Santa Helena
  • Santana dos Garrotes
  • Santo André
  • São Bentinho
  • São Domingos
  • São Domingos do Cariri
  • São Francisco
  • São João do Cariri
  • São João do Tigre
  • São José do Brejo do Cruz
  • São José de Espinharas
  • São Mamede
  • São Miguel de Taipu
  • São Vicente do Seridó
  • Serra da Raiz
  • Serra Grande
  • Sertãozinho
  • Sobrado
  • Sossego
  • Sumé
  • Tacima
  • Taperoá
  • Tavares
  • Tenório
  • Umbuzeiro
  • Vieirópolis
  • Zabelê

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O Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB), por meio da Diretoria de Tecnologia da Informação (Ditec), e o Hemocentro da Paraíba estão desenvolvendo o DNA Jus, uma solução tecnológica que pretende tornar mais rápido, seguro e eficiente o fluxo de realização de exames de DNA solicitados pela Justiça. Nesta quarta-feira (16), representantes das duas instituições se reuniram para alinhar detalhes do projeto e avançar na construção do sistema.

Atualmente, a solicitação e o agendamento dos exames envolvem procedimentos realizados de forma manual entre o Judiciário e o Hemocentro. A proposta do DNA Jus é concentrar as etapas em uma única plataforma, permitindo que o magistrado faça a solicitação e o agendamento da coleta, acompanhe o procedimento e tenha acesso ao laudo de forma digital e sigilosa.

O juiz auxiliar da Presidência do TJPB, Fábio Araújo, explicou que a ferramenta foi pensada para simplificar o fluxo e reduzir o tempo de tramitação dos processos relacionados aos exames. Segundo ele, embora exista um tempo médio para a realização dos procedimentos, fatores específicos de cada caso podem interferir nos prazos.

“A ideia é facilitar a marcação, o agendamento e a coleta do material biológico e, consequentemente, a entrega dos resultados. Com um fluxo mais rápido e organizado, esperamos encurtar esse tempo, reduzindo circunstâncias externas que possam prejudicar o bom andamento dos procedimentos”, afirmou.

A previsão é que o sistema seja apresentado no dia 16 de novembro de 2026. A partir daí, a expectativa é disponibilizar a solução para utilização pelos magistrados e pelo Hemocentro.

De acordo com o diretor da Ditec, Daniel Melo, o DNA Jus está sendo desenvolvido pelo Tribunal de Justiça a partir dos requisitos levantados junto ao Hemocentro. A proposta é substituir o atual fluxo manual, realizado principalmente por e-mail, por uma plataforma integrada.

“O DNA Jus surgiu da necessidade de modernizar o processo atual, que é feito de forma manual e pode gerar atrasos e burocracia. Estamos criando uma solução para unificar todo o fluxo de trabalho, otimizando tempo e prazos e entregando o resultado com maior eficiência à população”, explicou.

Na prática, o magistrado poderá acessar a plataforma ao identificar a necessidade de um exame de DNA, escolher o laboratório ou posto de coleta, fazer o agendamento e comunicar as partes envolvidas. As etapas seguintes, incluindo a coleta do material biológico e a geração do laudo, também serão gerenciadas pelo sistema.

O Hemocentro terá participação central no funcionamento da plataforma, sendo responsável pela coleta e pelo processamento do material biológico e pela elaboração dos laudos. Para o diretor-geral do Hemocentro da Paraíba, José de Paiva Gadelha Neto, a ferramenta também representa um avanço em segurança e sigilo das informações.

“A reunião foi muito importante para modernizar a forma como as pessoas terão acesso ao resultado final dos exames de DNA. Com o novo sistema, o próprio magistrado poderá marcar a data da coleta das partes interessadas, o que representa ganho de tempo e segurança. E um dos pontos mais importantes é o sigilo, já que apenas o magistrado terá acesso final ao laudo”, destacou.

DE OLHO NO CARIRI

Por Ludmila Costa – Comunicação TJPB