Folião deve ficar alerta para clonagem de cartão de crédito por aproximação

Um novo golpe na praça que pode tirar o sono de muita gente e até estragar a festa de carnaval é a clonagem de cartão de crédito e débito. O crime acontece quando o cliente vai finalizar a compra e pagar pelo produto, ao aproximar o item na maquineta, ela dá o aviso de que a transação foi bloqueada. Isso obriga o cliente a inserir o cartão de crédito e digitar a senha e é nesse momento que os dados são copiados e, em seguida, clonados. Com o carnaval chegando e o comércio de rua sendo uma das principais opções dos foliões, é necessário entender como isso acontece e como se prevenir.

Para evitar ser vítima do golpe de clonagem de cartão de crédito, existem alguns cuidados que devem ser tomados, segundo Washington Barbosa, especialista em segurança da informação e docente do curso de Tecnologia da Faculdade FPB. “É recomendável comprar em lugares cuja maquineta seja conhecida, ou seja, estabelecimentos que a pessoa seja cliente e onde possui confiabilidade. É importante nunca emprestar o cartão para terceiros, principalmente se forem desconhecidos. E nunca usar o pagamento por aproximação em maquinetas de lojistas desconhecidos”, comenta.

Em casos de erros apresentados pelas maquinetas, é preciso ficar atento ao passar o cartão de crédito. Caso isso ocorra, o cliente pode entrar em contato com a operadora do próprio cartão através do SAC – Serviço de Atendimento ao Cliente.

“As pessoas devem ficar sempre atentas com essa questão. A clonagem acontece ao cartão ser inserido na maquineta e o usuário digitar a senha, isso faz com que as pessoas tenham acesso aos dados e tenha a facilidade de clonar. Por isso, a melhor maneira de evitar essa dor de cabeça é ter cuidado no momento do pagamento. Nesse período de carnaval, pode ser que essa prática aconteça muito por causa das comidas, bebidas, artigos que são vendidos nas ruas sem fiscalização”, alerta.

Mais PB

COMPARTILHE ESSA NOTÍCIA

Facebook
WhatsApp
Print

O Supremo Tribunal Federal (STF) divulgou há pouco o rito que será adotado durante a sessão desta terça-feira (15), que vai analisar o relatório da Polícia Federal sobre as conversas entre o ministro Alexandre de Moraes e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro.

De acordo com o procedimento definido pelo presidente do STF, ministro Edson Fachin, a sessão será aberta às 10h.

Em seguida, a secretária da sessão fará a leitura da ata da sessão anterior da Corte, e Fachin vai realizar as saudações de praxe a todos os ministros.

O ministro chamará o processo para julgamento e passará a palavra ao ministro André Mendonça, que fará a leitura do relatório. O caso chegou a Fachin após Mendonça, relator do Caso Master, informar sobre possíveis conversas entre Moraes e Daniel Vorcaro.

Depois, a palavra será dada à Procuradoria-Geral da República (PGR). Após a manifestação da procuradoria, a votação será iniciada.

O STF não confirmou se Alexandre de Moraes poderá participar da sessão.

O plenário também é composto pelos ministros Cristiano Zanin, Flávio Dino, Nunes Marques, Luiz Fux, Cármen Lúcia e Gilmar Mendes.

A participação de Dias Toffoli também não está confirmada. No início deste ano, Toffoli se declarou impedido de participar de julgamentos sobre o caso Master após a imprensa revelar que o ministro é dono de um resort que foi comprado por um fundo de investimentos ligado ao banco.

Mais cedo, o STF confirmou que a sessão da Corte terá transmissão ao vivo pela TV Justiça e pela internet. 

Agência Brasil