Festival do Leite de Cabra em Coxixola tem atrações confirmadas

Foram confirmadas nesta terça-feira (09) as atrações do Festival de Leite de Cabra, que será realizado entre os dias 10 e 11 de agosto, na cidade de Coxixola, no Cariri da Paraíba.

O evento já se vem se consolidando no calendário de eventos do município. Além disso, o evento sediará mais uma etapa do Circuito Apacco, e contará com torneio leiteiro, culinária bodística, feira de artesanato, além da programação social.

Atrações do Festival:

Dia 10 de agosto:

  • Caninana
  • Givaldinho do Acordeon
  • Tiago dos Teclados
  • Forró Novo Som
  • Forró Kent
  • Gente Boa

Dia 11 de agosto:

  • Cavaleiros do Forró
  • Zé Cláudio & Banda
  • Gabriel Magnata
  • Chapéu de Aço
  • Forrozão HD

Assessoria

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Jornalista Jacqueline Oliveira revisitou o túmulo do pequeno Éverton, assassinado em 2015 em um caso que provocou revolta e comoção em toda a região.

Uma história marcada pela crueldade, pela dor e pela indignação voltou a despertar emoção no Cariri paraibano. Onze anos após o assassinato do pequeno Éverton, de apenas 5 anos, no município de Sumé, a jornalista Jacqueline Oliveira produziu um vídeo emocionante ao visitar o local onde a criança foi sepultada.

O crime, ocorrido em outubro de 2015, chocou toda a Paraíba pela brutalidade. Na época, investigações da Polícia Civil apontaram o envolvimento de pessoas próximas à vítima, incluindo a própria mãe, o padrasto e outros suspeitos. Um homem conhecido como Pai Etin chegou a ser preso e, segundo a polícia, apresentou um relato sobre as circunstâncias do assassinato, que teria ocorrido durante um suposto ritual.

A repercussão do caso provocou forte comoção popular e deixou marcas profundas na memória dos moradores de Sumé e de toda a região.

Agora, mais de uma década depois, Jacqueline Oliveira resgata essa história ao mostrar a sepultura do menino, em uma narrativa que mistura saudade, indignação e reflexão sobre a violência contra crianças.

O vídeo também reforça a necessidade de proteger a infância e de manter viva a responsabilidade coletiva de combater qualquer forma de violência.

Onze anos se passaram, mas a história de Éverton continua sendo uma ferida na memória do Cariri. Uma criança que teve a vida interrompida de maneira cruel e cuja lembrança jamais deve ser esquecida.

De Olho no Cariri