EM SUMÉ: Região das 9 Casas prioriza Estradas e Rodagens na terceira plenária do ODM

INFORME PUBLICITÁRIO – O Ciclo 2022 do Orçamento Democrático Municipal (ODM) de Sumé, realizou no último sábado, 23, a sua terceira plenária. O evento aconteceu as 16h para as 9 casa e região, na sede da Associação da Laginha.

A região reúne 15 comunidades que são: Banquinho, Agave, Riacho dos Porcos, Laginha, 6 Casas, 3 Casas, Várzea do Estevão, Retiro, Ingá, Craibeiras, Várzea da Roça, Pinhões, Cutaé, Jacú e Perímetro Irrigado. Elas formam uma única Associação Comunitária (Laginha) com 276 associados.

Ao lado do prefeito, estiveram presentes, os secretários municipais: Tanniery Lêla (Saúde), Ednalva Libânio (Assistência Social), Bonílson Timóteo (Educação), Robério Cipriano (Orçamento e Finanças), os vereadores, Damião Rildo, Roberto Barros, Cristóvão Júnior e Daniel Lêla, além do chefe de gabinete Heleno Jr, do conselheiro do ODM Anildo Anízio (Pio X) e do presidente da Associação Antônio Pereira (Laginha).

A plenária iniciou com a fala do coordenador municipal do ODM Marivaldo Alcântara e dos vereadores que destacaram a felicidade em ver o número de participantes na plenária e a organização das comunidades.

Durante a plenária, o prefeito Éden anuncia a compra dos brinquedos e a instalação da área de lazer para as crianças, nas dependências daquela associação, cumprindo seu compromisso da plenária de 2019.

Após a prestação de contas das demandas da última plenária de 2019, além de outros investimentos para as comunidades, o prefeito ouviu elogios, sugestões e reclamações das pessoas inscritas para uso da fala e respondeu a todas.

Ao final, Éden apresentou as prioridades mais votadas pelo público presente. A região das 9 casas escolheu como principais demandas e investimentos:

  1. Estradas e Rodagens: tendo como prioridades:
    • A construção da Passagem Molha de Abílio
    • A substituição de ponteiras por mata burros
    • Recapeamento de estradas

O Orçamento Democrático Municipal é um instrumento de participação popular, criado pelo prefeito Éden Duarte, em 2019, pelo decreto n° 1.262.

As próximas plenárias serão na sexta, 29, no Assentamento Mandacaru para toda região e no sábado, 30, na região do sítio Conceição, ambas as 16h.

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O Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB), por meio da Diretoria de Tecnologia da Informação (Ditec), e o Hemocentro da Paraíba estão desenvolvendo o DNA Jus, uma solução tecnológica que pretende tornar mais rápido, seguro e eficiente o fluxo de realização de exames de DNA solicitados pela Justiça. Nesta quarta-feira (16), representantes das duas instituições se reuniram para alinhar detalhes do projeto e avançar na construção do sistema.

Atualmente, a solicitação e o agendamento dos exames envolvem procedimentos realizados de forma manual entre o Judiciário e o Hemocentro. A proposta do DNA Jus é concentrar as etapas em uma única plataforma, permitindo que o magistrado faça a solicitação e o agendamento da coleta, acompanhe o procedimento e tenha acesso ao laudo de forma digital e sigilosa.

O juiz auxiliar da Presidência do TJPB, Fábio Araújo, explicou que a ferramenta foi pensada para simplificar o fluxo e reduzir o tempo de tramitação dos processos relacionados aos exames. Segundo ele, embora exista um tempo médio para a realização dos procedimentos, fatores específicos de cada caso podem interferir nos prazos.

“A ideia é facilitar a marcação, o agendamento e a coleta do material biológico e, consequentemente, a entrega dos resultados. Com um fluxo mais rápido e organizado, esperamos encurtar esse tempo, reduzindo circunstâncias externas que possam prejudicar o bom andamento dos procedimentos”, afirmou.

A previsão é que o sistema seja apresentado no dia 16 de novembro de 2026. A partir daí, a expectativa é disponibilizar a solução para utilização pelos magistrados e pelo Hemocentro.

De acordo com o diretor da Ditec, Daniel Melo, o DNA Jus está sendo desenvolvido pelo Tribunal de Justiça a partir dos requisitos levantados junto ao Hemocentro. A proposta é substituir o atual fluxo manual, realizado principalmente por e-mail, por uma plataforma integrada.

“O DNA Jus surgiu da necessidade de modernizar o processo atual, que é feito de forma manual e pode gerar atrasos e burocracia. Estamos criando uma solução para unificar todo o fluxo de trabalho, otimizando tempo e prazos e entregando o resultado com maior eficiência à população”, explicou.

Na prática, o magistrado poderá acessar a plataforma ao identificar a necessidade de um exame de DNA, escolher o laboratório ou posto de coleta, fazer o agendamento e comunicar as partes envolvidas. As etapas seguintes, incluindo a coleta do material biológico e a geração do laudo, também serão gerenciadas pelo sistema.

O Hemocentro terá participação central no funcionamento da plataforma, sendo responsável pela coleta e pelo processamento do material biológico e pela elaboração dos laudos. Para o diretor-geral do Hemocentro da Paraíba, José de Paiva Gadelha Neto, a ferramenta também representa um avanço em segurança e sigilo das informações.

“A reunião foi muito importante para modernizar a forma como as pessoas terão acesso ao resultado final dos exames de DNA. Com o novo sistema, o próprio magistrado poderá marcar a data da coleta das partes interessadas, o que representa ganho de tempo e segurança. E um dos pontos mais importantes é o sigilo, já que apenas o magistrado terá acesso final ao laudo”, destacou.

DE OLHO NO CARIRI

Por Ludmila Costa – Comunicação TJPB