Com quase 8 horas de live, São Pedro de São José dos Cordeiros valoriza artistas da terra e injeta quase 50 mil na economia local

Um evento de sucesso em público e satisfação de toda a classe artística local. Assim foi o São Pedro Virtual 2021 em São José dos Cordeiros. Transmitido ao vivo pelo facebook da Prefeitura de São José dos Cordeiros e com patrocínio da Lei Aldir Blanc, o São Pedro Virtual apresentou shows musicais, poesia, artesanato e dança, artes produzidas por filhos de São José dos Cordeiros.

A transmissão contou com grande público durante toda sua extensão. Mesmo com mais de 7 horas de live, uma média de 300 pessoas assistiam simultaneamente ao evento, que ao final contou com 14 mil visualizações. 13 artistas apresentaram sua arte e receberam um incentivo da Lei Aldir Blanc por seus espetáculos.

Segundo o prefeito Felício Queiroz, que parabenizou a apresentação de todos os artistas e agradeceu o envolvimento com o projeto, a Prefeitura de São José dos Cordeiros destinou R$ 46 mil para ratear entre os artistas cordeirenses e cobrir os gastos de transmissão. Ainda de acordo com o gestor, cada grupo que se apresentou recebeu cachês que variam de R$ 1000 a 3000 reais, de acordo com a quantidade de artistas envolvidos.

“Foi um grande evento. Oportunizamos ao nosso povo, uma atração para celebrar em casa nosso tradicional São Pedro, garantimos aos nossos artistas um evento a altura para que pudessem apresentar sua arte e ainda valorizamos os profissionais da arte com um incentivo da Lei Aldir Blanc. Ganharam os artistas, a população e a economia local com a iniciativa”, destacou Felício Queiroz.

CONFIRA ALGUNS REGISTROS DO SÃO PEDRO VIRTUAL: 

Ascom

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O Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB), por meio da Diretoria de Tecnologia da Informação (Ditec), e o Hemocentro da Paraíba estão desenvolvendo o DNA Jus, uma solução tecnológica que pretende tornar mais rápido, seguro e eficiente o fluxo de realização de exames de DNA solicitados pela Justiça. Nesta quarta-feira (16), representantes das duas instituições se reuniram para alinhar detalhes do projeto e avançar na construção do sistema.

Atualmente, a solicitação e o agendamento dos exames envolvem procedimentos realizados de forma manual entre o Judiciário e o Hemocentro. A proposta do DNA Jus é concentrar as etapas em uma única plataforma, permitindo que o magistrado faça a solicitação e o agendamento da coleta, acompanhe o procedimento e tenha acesso ao laudo de forma digital e sigilosa.

O juiz auxiliar da Presidência do TJPB, Fábio Araújo, explicou que a ferramenta foi pensada para simplificar o fluxo e reduzir o tempo de tramitação dos processos relacionados aos exames. Segundo ele, embora exista um tempo médio para a realização dos procedimentos, fatores específicos de cada caso podem interferir nos prazos.

“A ideia é facilitar a marcação, o agendamento e a coleta do material biológico e, consequentemente, a entrega dos resultados. Com um fluxo mais rápido e organizado, esperamos encurtar esse tempo, reduzindo circunstâncias externas que possam prejudicar o bom andamento dos procedimentos”, afirmou.

A previsão é que o sistema seja apresentado no dia 16 de novembro de 2026. A partir daí, a expectativa é disponibilizar a solução para utilização pelos magistrados e pelo Hemocentro.

De acordo com o diretor da Ditec, Daniel Melo, o DNA Jus está sendo desenvolvido pelo Tribunal de Justiça a partir dos requisitos levantados junto ao Hemocentro. A proposta é substituir o atual fluxo manual, realizado principalmente por e-mail, por uma plataforma integrada.

“O DNA Jus surgiu da necessidade de modernizar o processo atual, que é feito de forma manual e pode gerar atrasos e burocracia. Estamos criando uma solução para unificar todo o fluxo de trabalho, otimizando tempo e prazos e entregando o resultado com maior eficiência à população”, explicou.

Na prática, o magistrado poderá acessar a plataforma ao identificar a necessidade de um exame de DNA, escolher o laboratório ou posto de coleta, fazer o agendamento e comunicar as partes envolvidas. As etapas seguintes, incluindo a coleta do material biológico e a geração do laudo, também serão gerenciadas pelo sistema.

O Hemocentro terá participação central no funcionamento da plataforma, sendo responsável pela coleta e pelo processamento do material biológico e pela elaboração dos laudos. Para o diretor-geral do Hemocentro da Paraíba, José de Paiva Gadelha Neto, a ferramenta também representa um avanço em segurança e sigilo das informações.

“A reunião foi muito importante para modernizar a forma como as pessoas terão acesso ao resultado final dos exames de DNA. Com o novo sistema, o próprio magistrado poderá marcar a data da coleta das partes interessadas, o que representa ganho de tempo e segurança. E um dos pontos mais importantes é o sigilo, já que apenas o magistrado terá acesso final ao laudo”, destacou.

DE OLHO NO CARIRI

Por Ludmila Costa – Comunicação TJPB